"O foco da investigação é o vazamento de dados, o que constitui um crime flagrante. A manipulação de dados no âmbito das repartições, enquanto não vazar, não é crime", afirmou Correia, que se encontra em Lisboa para participar de um encontro dos ministros do interior e dos responsáveis pela polícia dos oito membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
Correia disse que não terá nenhuma influência na escolha de quem será indicado para dirigir o inquérito: "Isso é responsabilidade da Superintendência de Brasília, que tem os seus próprios processos de distribuição de inquéritos. Para vocês (da imprensa), é um inquérito que tem apelo, mas para a Polícia Federal é um inquérito como tantos outros, aplicam-se as regras de todos os inquéritos".
Segundo Correia, o inquérito terá o prazo normal de 30 dias. "Depois será decidido se vão pedir um alargamento do prazo, se arquiva ou se encaminha para os tribunais". Estadão

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