Dilma, mentirosa e arrogante: A candidata que promete dar continuidade a um governo de ladrões e safados
Com milhões de famílias brasileiras beneficiadas por este programa de redistribuição de renda, é evidente que seu potencial eleitoral é sedutor. Seu uso por parte das autoridades que o comandam representa, por isso, algo no mínimo polêmico. Trata-se de um programa do poder público que se iniciou no governo anterior e foi ampliado com outro nome no atual, com efeitos evidentes sobre o nível de vida de imensas populações e com repercussões sobre os indicadores sociais e econômicos do País.
É evidente que os programas sociais devem ser discutidos numa campanha eleitoral e que suas virtudes sejam enfatizadas. Inaceitável é seu uso tendencioso, sem que a verdade seja respeitada. A menção de que, depois de 2011, o Bolsa-família poderia ser mudado, que o Ministério de Desenvolvimento Social atribuiu a um descuido de linguagem, tem uma indisfarçável leitura eleitoral. Foi com base nessa leitura que líderes oposicionistas viram “ameaça desonesta” e espécie de “terrorismo eleitoral”.
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