
Gilmar Mendes, um recadinho do Joaquim Barbosa
Mantega: Um petralha que ri da cara do contribuinte. Não sabe de nada. Na Receita tá tudo bem. É só marolinha
É impossível subestimar a gravidade da rebelião na Receita, que já levou cerca de 60 servidores de elite a entregar os seus cargos. Entre eles, os superintendentes e coordenadores que subscreveram um documento denunciando a "clara ruptura com a orientação e as diretrizes" do órgão na gestão do novo secretário Otacílio Cartaxo. Eles sustentam que o rompimento atingiu o próprio "projeto de atuação do órgão", que dava prioridade à fiscalização sobre os chamados grandes contribuintes. Mantega não apenas qualificou a denúncia como "balela", mas a considerou "uma desculpa para encobrir a ineficiência" da administração Lina Vieira. Com isso, fez o que o presidente Lula queria evitar a todo custo - ou seja, polemizar, ou, como teria dito, "bater boca" com a ex-secretária.
Foto: Marcello Casal Jr. – Agência Brasil (editada)
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Opinião do Estadão: Os vexames do ministro
Antônio Palocci: Mais um bandido absolvido pela “respeitosa” e “isenta” Justiça Brasileira. Pobre que se lixe!
Palocci é absolvido no STF por quebra de sigilo
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram [por maioria] não abrir processo contra o ex-ministro da Fazenda e deputado Antônio Palocci (PT-SP) pela quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa.
Inocentado, Palocci se transforma agora em tudo o que parte do PT quer: candidato ao governo de São Paulo ou uma eventual alternativa à ministra Dilma Rousseff como candidato a presidente da República.
Dos nove ministros presentes, cinco acompanharam o relator e presidente do STF, Gilmar Mendes. Ele considerou insuficiente os indícios para a abertura de um processo contra o ex-ministro.
Alegou que, apesar de Palocci ter recebido em mãos, do presidente da Caixa, Jorge Mattoso, os extratos de Francenildo, faltam provas de que ele tivesse "instigado ou determinado" a obtenção ou divulgação do documento. Blog do Noblat
Mais um salafra escapa da degola!
Ex-caseiro Francenildo Costa, com o seu advogado, acompanha o julgamento de Antônio Palocci no STF, em caso que trata da quebra de seu sigilo bancário
Foto: Gil Ferreira – SCO/STF
A imagem do dia
Luiz Henrique e Márgara Hadlich: Na foto do Diarinho o governador “conhece” a edição da revista Metrópole
Amanhã, dia 28, o advogado de Nei Silva, Benjamin Coelho Filho, estará entregando no Cartório da 3 Vara Civil de Blumenau, um lote de provas que comprometem diretamente secretários, políticos e diretores de instituições públicas do governo do PMDB.
O surgimento destas provas incriminadoras sinaliza que a defesa do empresário está partindo para o ataque. São 52 gravações inéditas, documentos e notas fiscais que envolvem dinheiro público e diretamente instituições como Casan, BRDE, Codesc e Secom.
Ivo Carminati, Derly de Anunciação, Armando Hess e Içuriti Pereira, que movem a ação contra Nei, são personagens das gravações e falam o que não devem. Em telefonemas e conversas gravadas comprovam o que sempre negaram em público: a grande negociata entre o governo Luiz Henrique e a Revista Metrópole. Tudo com dinheiro público é claro.
Mas de todas as gravações uma se destaca pelo alto teor explosivo. Seria uma conversa da ex-funcionária da Metrópole, Márgara Hadlich, com o governador Luiz Henrique. Blog do Canga
Foto: Diarinho - Itajaí
Santa Catarina: Metropolegate - Novas gravações comprometem diretamente o governo Luiz Henrique
Suplicy no Senado: Segundo Heráclito Fortes o cartão deve ser mostrado também para o presidente Lula
"A crise não está no Senado", resumiu com propriedade o tucano Sérgio Guerra, de Pernambuco. "É o Senado." Isso porque, embora o repúdio da opinião pública ao descalabro ético encarnado na figura do obsoleto oligarca não tenha levado multidões às ruas, os senadores continuam a receber mensagens de protesto em volume tal que não os deixa resvalar para a acomodação, na proverbial paz dos cemitérios. (Segundo uma recente pesquisa, 74% dos brasileiros querem que Sarney se vá.) Obrigados, portanto, a dar um mínimo de satisfação à sociedade, ou fazem como Suplicy - que simbolizou com o lance do cartão o fato de que "o País não suporta mais tantas denúncias sem respostas à altura", como afirmou - ou fazem como os 9 membros do PSDB e do DEM no desmoralizado Conselho de Ética, renunciando aos seus cargos. Ou fazem como os integrantes oposicionistas - e do PT - no colégio de líderes da Casa. Eles boicotaram na terça-feira a primeira reunião convocada por Sarney desde a farsa no Conselho para definir a pauta dos próximos trabalhos parlamentares.
Foto: Geraldo Magela: Agência Senado
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Opinião do Estadão: Cartão vermelho
Donos de cães indignados: Quem já teve um cachorro envenenado sabe a dor que o pobre animal sofre
O problema surgiu há 10 anos. De acordo com o comerciante Cristiano de Souza Ribeiro, 33 anos, o domingo de horror começou por volta das 14h nas proximidades de um restaurante, onde a irmã, Camila, estava com a cachorra Lilica.
— A cachorra começou a ter convulsões e ficou desorientada. Correu de um lado para o outro até invadir o restaurante, onde alguns turistas e seus filhos ficaram chocados com aquela cena — contou Ribeiro, que pediu ajuda a um amigo, engenheiro agrônomo, para tentar desintoxicar a cachorra, mas ela morreu cinco horas depois.
Segundo os moradores, há pelo menos 10 anos acontecem mortes de animais de estimação por envenenamento na Barra de Ibiraquera. A gerente de pousada Paula Renata Hagelund, 36, chegou a ter 11 gatos e três cachorros e todos foram mortos dessa maneira.
— Quando morreram o Charlie Brown e a Doly, minha filha, Camila, chegou a ficar doente. Tinha gasto mais de R$ 600 com a Doly, que tinha sido atropelada, e depois que ficou curada alguém deu veneno a ela — lamentou. ClicRBS
Foto: Marcelo Becker - DC
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Santa Catarina: Cachorros podem ter morrido envenenados no Sul
Lula e Evo Molares (colaleiros). Isso é que é presidente popular. Ou vocês têm alguma coisa contra?
O problema é que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sobre esse problema uma visão muito peculiar, própria de quem acha que deve fazer o possível e o impossível para ajudar o compañero Morales. No sábado, na região do Chapare, o principal centro cocalero da Bolívia, ele não apenas usou um colar feito com folhas de coca, como liberou crédito de US$ 21 milhões para a compra, pelo Brasil, de têxteis bolivianos. Esse crédito era, até 2008, fornecido pelo governo americano, como parte do Programa de Preferências Tarifárias Andinas e Erradicação de Drogas. Deixou de ser fornecido porque Morales interrompeu o programa de erradicação da coca. Agora, o Brasil faz seu programa às avessas: dá dinheiro para quem produz a droga que envenenará a juventude nas grandes cidades brasileiras.
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Opinião do Estadão: As bondades do compañero Lula
Zelaya no Senado: Um zumbi perambulando pelo continente. Olhem a cara de bunda da cacalhada
Segundo Castro, as exigências previstas no acordo de San José sobre o retorno de Zelaya ao poder limitariam as ações do presidente, mas ele estaria disposto a aceitá-las.
"Quando o Acordo de San José fala de um gabinete integrado de reconciliação, quando determina que o presidente não pode retomar o tema da consulta popular e da Assembleia Constituinte, a única exigência reconhecida é a volta dele à Presidência", afirmou Castro, em entrevista por telefone.
"O restante do acordo contempla a intransigência do governo interino, mas ainda assim o presidente está disposto a voltar, de mãos e pés amarrados, para assegurar o retorno à democracia", disse. BBC Brasil
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Zelaya está disposto a voltar 'de mãos e pés amarrados', diz esposa
O descumprimento da carga horária de trabalho por médicos do Hospital Nereu Ramos, em Florianópolis, pode estar prejudicando o atendimento a pacientes da rede pública estadual. A denúncia foi exibida no domingo à noite pela RBS TV no programa Estúdio Santa Catarina.
Funcionários inconformados com o fato de alguns médicos baterem o cartão ponto e em seguida irem embora denunciaram a situação à reportagem, que fez imagens da entrada do hospital e acompanhou a rotina de médicos no horário em que eles deveriam estar na instituição.
As cenas mostraram, por exemplo, o cirurgião João José de Deus Cardoso chegando no início da manhã, registrando a entrada no cartão ponto, localizado na entrada do hospital, e minutos depois indo embora.
No seu carro, segue para uma universidade particular e ministra aula para uma turma de Medicina. O mesmo procedimento se repete em outro dia. O médico bate o cartão e depois segue para a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
No final da manhã, ele vai para um consultório particular. Com uma microcâmera, a reportagem confirma que ele atende no consultório a partir das 11h cobrando consultas de R$ 400.
No Hospital Nereu Ramos, não aparece no cartão ponto o tempo que ele ficou fora — fica registrado apenas que ele entrou de manhã e saiu no final da tarde.
O médico cardiologista José Aloísio Della Giustina é outro que aparece registrando o cartão ponto cedo da manhã e saindo do local logo em seguida. Ele também é diretor-clínico de uma clínica particular. ClicRBS
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Florianópolis: Médicos batem ponto e saem sem atender pacientes em hospital público
Francenildo e Palocci: De quem você compraria um Fiat 147? Nossa justiça e um cu de cachorro dá no mesmo
Segundo informações obtidas pela reportagem, a maioria dos ministros vai concluir que não há provas materiais de que Palocci tenha mandado subordinados quebrarem o sigilo do caseiro. Em 2006, Francenildo revelou ao jornal O Estado de S. Paulo, em entrevista exclusiva, que Palocci frequentava reuniões com lobistas numa casa em Brasília. Agência Estado
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STF deve livrar Palocci e abrir caminho para 2010