Quem nunca enfrentou uma situação parecida com essa?
Recomendação do nosso amigo Roberto Mazantte lá de Ponta das Canas, Florianópolis.

Quem nunca enfrentou uma situação parecida com essa?
Recomendação do nosso amigo Roberto Mazantte lá de Ponta das Canas, Florianópolis.
Suador
Congresso Nacional, Brasil: Você sentiria falta se esses dois prédios deixassem de existir?
Deixe-se de lado os 15 salários anuais, as tão discutíveis verbas indenizatórias e as demais prebendas auferidas por servidores públicos que jamais sequer cogitaram da hipótese de pagar pelas residências que habitam, pelos carros - ou aviões - em que se transportam - como todos os demais cidadãos trabalhadores -, já que parece a coisa mais natural do mundo que os contribuintes arquem com tais despesas "funcionais" de seus representantes no Poder Legislativo. Tome-se, apenas, o exemplo recente das horas extras pagas nas Casas Legislativas federais - sendo diverso o abuso praticado no Senado do abuso praticado na Câmara dos Deputados, mas sendo ambos igualmente deslavados. Registre-se, aliás, que os representantes do povo são generosos (com o dinheiro do povo) a ponto de contemplarem com vantagens descabidas não só a si próprios, como aos também funcionários que lhes servem.
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Opinião do Estadão: Desmoralização extra
Newton Ramlow que é acusado de ter feito campanha para Dário Berger dentro do batalhão
O deputado estadual Sargento Amauri Soares [PDT] apresentou denúncia na tribuna da Assembléia Legislativa, na qual o tenente-coronel Newton Ramlow, comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar, pede votos ao prefeito Dário Berger [Florianópolis] para duas guarnições que estavam de serviço nas dependências do quartel. Na gravação, o oficial diz: “Não sou PMDB e não sou 15, eu sou Dário Berger. Mas hoje eu estou pedindo votos para Dário Berger aos senhores”. Em outro trecho, ele destaca que está fazendo isso justamente em horário de trabalho: “É por isso que eu peguei entrada e saída. Não tem ninguém de folga aqui não, né?”. Aprasc
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Assista ao vídeo do deputado Soares em pronunciamento feito ontem no plenário da Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina.
Para ouvir ou baixar o áudio completo do diálogo do comandante Newton Ramlow, clique aqui.
O meu comentário:
O deputado Sargento Soares tem toda razão ao denunciar esse tipo de situação. A nossa valorosa Polícia Militar realmente não merece se tornar palanque para nenhum candidato, muito menos para ele próprio.
O que o Sargento Soares não disse e ninguém também se preocupou em publicar foi o inteiro teor do diálogo que o tenente-coronel Newton Ramlow travou dentro das dependências do 4° Batalhão.
Transcrevo abaixo alguns trechos que foram deliberadamente omitidos pelo deputado Sargento Soares e pela maioria dos blogs que deram repercussão à matéria, onde o oficial denunciado manifesta o seu carinho pela população da Capital e pelos seus comandados:
“Esse carisma da população de Florianópolis é o que me motiva a trabalhar.”
“Não fui eu quem resgatou a personalidade do 4° Batalhão, mas os senhores que resgataram porque eu valorizei os homens. O Batalhão ficou valorizado, criou respeito. Apesar de ser um batalhão injustiçado a gente conseguiu muita coisa. Eu sempre sonhei em comandar o 4° Batalhão, e por incrível que pareça o 4° Batalhão me abriu as portas. Vocês me deram um respeito tão grande que eu tenho o mesmo respeito pelos senhores e pela população de Florianópolis, que reconhece o meu serviço. “
“Quando acontece um assalto no centro eu fico maluco, porque não pode acontecer. Eu sou uma pessoa em que tudo tem que dar certo. Vamos nos dedicar, vamos observar.”
“Eu não tô pedindo voto para o 15, não tô pedindo voto para o Dário Berger. Quem quiser votar no 15, vota; quem quiser votar no Dário Berger, vota; quem não quiser votar em nenhum dos dois, vota pela permanência do major Newton no 4° Batalhão.”
“Queriam lançar minha candidatura para vereador de Florianópolis, mas como vereador eu não vou fazer nada. Afinal, o que um vereador faz pela Polícia Militar no município? Não faz nada! Você consegue fazer alguma coisa pela Polícia Militar como deputado estadual que nós temos, o Sargento Soares, como deputado federal, lá no Congresso, pra olhar aquelas coisas pra não deixar acabar com a Polícia Militar, como senador, mas como vereador não adianta de nada!”
“Não, eu nunca pensei em ser vereador. O meu sonho é comandar a Polícia Militar de Santa Catarina, ser comandante-geral da Polícia de Santa Catarina. Esse é meu sonho.”
Aliás, cabe aqui a pergunta: O que o Sargento Soares fez pela população de Florianópolis, a não ser se eleger deputado e ainda apoiar veladamente o governador do Estado?
O tenente-coronel Newton Ramlow errou, é evidente, e merece ser alvo de investigação por parte da Corregedoria da Polícia Militar de Santa Catarina.
A população de Florianópolis reconhece o trabalho desse valoroso oficial.
Por este motivo, antes de tirarem conclusões precipitadas, ouçam o inteiro teor do áudio onde o então major Newton Ramlow conversa com seus subordinados, providência esta que deveria ser adotada por qualquer pessoa que se interesse pela verdade dos fatos.
Santa Catarina - Deputado denuncia que comandante da PM fez campanha eleitoral dentro do batalhão
Lula discursando em Salgueiro, Pernambuco (12/02/2009): Ensinando a Governar (Foto: Ricardo Stuckert)
O aluvião de discursos triunfalistas com que o presidente proclamava a sua suposta paternidade da expansão econômica e o incessante festival de eventos fabricados para levar os brasileiros a crer nas realizações de um Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) diariamente colocadas sob a lente de aumento da propaganda do Planalto também contribuíram para jogar areia nos olhos da opinião pública, escondendo o abismo entre a exuberância do palavreado oficial e a disseminada incompetência da máquina federal sob o lulismo. O episódio do financiamento desperdiçado do BID envolve metas e cifras relativamente modestas. Tanto pior, portanto, como evidência de torpor administrativo e incapacidade gerencial. É uma história exemplar de desgoverno.
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Opinião do Estadão: Um governo disfuncional
Tempestade de areia toma conta de Riad, capital da Arábia Saudita
Foto: Jad Saab/AP
A imagem da semana – Tempestade de areia cobre Riad
José Sarney diz que está preocupado com a imagem do do Senado. Eu também tô faz tempo
O presidente deu a entrevista pouco antes de tomar o elevador para ir almoçar. Nessa entrevista, explicou que o pagamento de horas extras não é uma providência aleatória, mas um adicional destinado a remunerar pessoas que trabalham até as oito ou dez da noite. Ele disse que todos os chefes de gabinetes ou de quaisquer setores da Casa sabem quais são os funcionários que têm direito a receber essa remuneração.
"O que é errado é o servidor receber hora extra sem trabalhar", esclareceu o presidente do Senado. Sarney também informou que conversou com o 1º secretário da Casa, senador Heráclito Fortes, sobre o fato de que considera um absurdo o pagamento de hora extra a quem não trabalha, além de considerar isso péssimo para a imagem da instituição. Agência Senado
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Sarney diz que seria bom para a instituição que houvesse a devolução de dinheiro recebido por horas extras
Reunião da Mesa da Câmara para tratar da "crise deles": E ainda tem gente que defende o voto obrigatório
Apesar de o tema ter sido discutido durante a reunião da Mesa, os deputados decidiram postergar a análise da proposta de Guerra para evitar uma enxurrada de críticas ao eventual reajuste salarial. Folha Online
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Câmara suspende discussão sobre extinção de verba indenizatória e aumento de salário
Cesare Battisti preso no Brasil: O bandido italiano que Tarso Genro insiste em proteger
O ministro afirmou que dirá amanhã em depoimento no Senado que o processo de Battisti teve irregularidades. Uma delas é a de que ele não teve direito à ampla defesa. "Não tem direito à ampla defesa quando se dá uma procuração a um advogado que é falsificada e esse advogado defende outros corréus, que acusam aquele outro que o advogado está defendendo", disse o ministro. Para ele, o processo foi julgado em clima "muito tenso na Itália" e Battisti foi acusado por um outro réu que negociou a delação premiada contra outros réus que estavam no exterior. "Hoje qualquer juiz sem preconceito político que examinasse o processo absolveria Battisti por falta ou insuficiência de provas", disse o ministro. Agência Estado
Genro: STF terá de rever decisões se mudar caso Battisti
Mulheres do Via Campesina em protesto: Os meios utilizados nunca irão justificar os fins
As invasões e depredações realizadas por 6,5 mil mulheres do Movimento dos Sem-Terra (MST) e associados, como o Via Campesina, em oito Estados e no Distrito Federal, em "comemoração" ao Dia Internacional da Mulher e sob o pretexto de protestar contra o "modelo de agronegócio" brasileiro e a "paralisia da reforma agrária", fazem parte de uma rotina que até seria monótona, pela repetição, caso não apresentasse sempre maiores abrangência e violência.
Desde que seu objetivo principal deixou de ser a reforma agrária, e passou a ser claramente político - mesmo que baseado numa geleia ideológica "revolucionaria" de confusa natureza -, o Movimento dos Sem-Terra (MST) tem investido, fundamentalmente, na impunidade. As invasões de fazendas produtivas, as derrubadas de cerca, as depredações de sedes, as matanças de animais, as colocações de empregados rurais em cárcere privado, assim como os saques e as destruições de cabines de pedágio, as ocupações e depredações de prédios públicos, os acampamentos e interdições de estradas tudo tem dado margem à prática, pela entidade e seus seguidores, dos mais variados crimes comuns, inclusive os de homicídio. O problema é que a maioria esmagadora desses crimes permanece à espera de julgamento.
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Opinião do Estadão: MST investe na impunidade
Zé Marolinha e Tabaré Vázquez do Uruguai, em cerimônia no Planalto (Foto: Ricardo Stuckert)
O presidente ressaltou que estamos no começo do ano e disse que as obras de infraestrutura estão "acontecendo com força". Ele lembrou ainda que o governo vai lançar o programa de habitação. Segundo ele, o que é preocupante é a situação nos Estados Unidos e o que é preciso é estancar a crise. Embora diga que esta situação é preocupante, Lula acrescentou que está muito otimista com o quadro que se desenha. Estadão Online
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Lula: 'Brasil será um dos poucos que não terão recessão'
Para Tarso uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Cesare Batisti agradece
O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse nesta terça-feira que o delegado federal Protógenes Queiroz pode ter cometido "graves irregularidades" durante o comando da Operação Satiagraha. O ministro comentou as denúncias feitas pela revista Veja de que o delegado grampeou ilegalmente integrantes do governo. O ministro deu as declarações durante a entrega da medalha Mérito Segurança Pública do Distrito Federal, no Clube do Exército.
Porém, Genro ressaltou que já existe um inquérito em curso para apurar a conduta de Protógenes, que poderá ser submetido a uma sindicância. "A Polícia Federal tem que dar exemplo para a sociedade no sentido que ela também sabe cortar na própria carne", afirmou.
Segundo o ministro, as investigações envolvendo o banqueiro Daniel Dantas não perderam o rumo após o afastamento de Queiroz do comando do inquérito. "Está sendo feito um trabalho para que as investigações estejam cada vez mais dentro da lei", garantiu. Notícias Terra
Tarso: Protógenes pode ter cometido graves irregularidades
Efraim: Esse caco lá da Paraíba deveria ter sido expulso do DEM faz tempo. Relho nele!
“Acho um absurdo. Não acho correto. É preciso verificar o que aconteceu. O caminho normal seria a suspensão do pagamento, mas não vou entrar numa atribuição que é do primeiro-secretário”, disse, transferindo a responsabilidade ao senador Heráclito Fortes (DEM-PI).
O pagamento foi autorizado pelo ex-primeiro-secretário Efraim Morais (DEM-PB) três dias antes dele deixar o cargo e às vésperas de Sarney determinar estudos para cortar gastos na Casa. “Os cortes continuam sendo feitos e o balanço mensal vai mostrar que eles têm sido significativos, mas não temos autoridade sobre cortes na parte de pessoal, porque são gastos fixos”, explicou Sarney. Agência Brasil
Sarney considera "um absurdo" pagamento de R$ 6 milhões em horas extras no Senado
O Movimento Social Terrorista – que voltou a radicalizar ontem à margem da lei e da ordem – recebeu dois recados da Justiça. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, anunciou que o Conselho Nacional de Justiça vai criar um fórum para acompanhar as ações sobre reforma agrária. O juiz da 14ª Vara Cível Federal em São Paulo, José Carlos Francisco, determinou o bloqueio dos bens da Associação Nacional de Cooperação Agrícola.
Suspeita de desviar verba federal para alfabetização, a Anca funciona como um braço formal do MST, que nem CNPJ tem, para captar recursos para o “movimento”. A Anca foi denunciada pelo Ministério Público Federal por Improbidade administrativa. A Justiça investiga o desvio de uma verba de R$ 3,8 milhões repassada em 2004 pelo Programa Brasil Alfabetizado, do governo federal, para a entidade. O dinheiro público para educação foi parar nas mãos de secretarias regionais do MST.
A ação que atinge em cheio o MST foi protocolada pelo MPF na quarta-feira passada, e o juiz deu dois dias depois a liminar, fato tornado público ontem. Na decisão, o juiz não descarta responsabilizar o MST e a União neste caso por suposta falta de fiscalização. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União encontrou uma série de irregularidades na péssima prestação de contas da Anca. O TCU constatou falta de comprovação do dinheiro para cursos, inexistência de notas fiscais e de fiscalização do Ministério da Educação sobre o uso do dinheiro público. Alerta Total
CNJ resolve acompanhar ações sobre “reforma agrária” e Justiça bloqueia bens de entidade que é fachada do MST
Que contraste: O brucutú, o abobado, a Maria Bonita e a princesa Ellen (foto: Ricardo Stuckert)
Lula disse que transformaria a secretaria em ministério para que a ministra Nilcéa Freire (Políticas para as Mulheres) fique mais independente em relação à colega Dilma Rousseff (Casa Civil).
O presidente desafiou seus sucessores a "acabar" com o ministério a ser criado por ele e destinado às mulheres. "Se alguém achar que o ministério é demais, que ouse [acabar]. Vocês sabem o quanto nós somos criticados [por criar ministérios e secretarias]. Isso é uma hipocrisia porque um país [desse tamanho] tem mais é de criar secretarias e ministério para organizar a vida das pessoas", disse ele. Folha Online
Lula chama críticos de hipócritas e anuncia criação de novo ministério