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sexta-feira, 9 de julho de 2010

O sofrimento ensina: Técnicos catarinenses dão 'lições' de tragédia para AL

blog_09_07_2010_defesa_civil_de_santa_catarina_em_alagoasCatarinenses apresentam estratégias utilizadas para gerenciar os desastres decorrentes das chuvas em Alagoas

Técnicos do governo e da Defesa Civil de Santa Catarina apresentaram hoje ao governo de Alagoas, em Maceió, as estratégias utilizadas para gerenciar os desastres causados pelas chuvas. Os números da tragédia catarinense de 2008 foram mostrados pelo coordenador estadual da Defesa Civil de Santa Catarina, major Emerson Emerim.

Segundo ele, a principal dificuldade enfrentada pelo governo foi a reconstrução das casas em terrenos legalizados e fora das áreas de risco. "A causa principal do nosso desastre foi o deslizamento de terras, por isso nossa maior preocupação foi reconstruir, prevenindo futuros danos", disse.

De acordo com o major, um dos pontos positivos da ação foi a implantação de defesas civis municipais atuando em parceria com a Defesa Civil estadual em cada uma das cidades catarinenses atingidas pelas chuvas. Emerim destacou ainda a criação de grupos de estudo para ajudar o governo na definição das prioridades relativas à reparação dos danos causados pelas chuvas.

Burocracia

Emerim disse que a burocracia para reconstrução das casas deve ser o maior desafio que as autoridades alagoanas irão enfrentar. Segundo ele, um ano e sete meses depois das chuvas em Santa Catarina, a maioria dos desabrigadas ainda mora em abrigos coletivos ou em casas alugadas pelas prefeituras, porque o processo para a construção de casas populares é demorado.

"Essa junção de esforços tem o propósito de auxiliar no processo de reconstrução dos municípios afetados e na ajuda às famílias, absorvendo as boas práticas aplicadas em Santa Catarina, ajustando a nossa realidade ", disse o secretário adjunto de Planejamento e do Orçamento de Alagoas (Seplan), Antonio Carlos Quintiliano. Agência Estado


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terça-feira, 30 de março de 2010

Santa Catarina: Casas são isoladas devido ao risco de deslizamento em São José

Colônia Santana, São José: A coisa ficou preta numa localidade esquecida pela administração pública

Desde o fim de semana, 60 famílias estão alojadas em casas de parentes e amigos

A Defesa Civil em São José, na Grande Florianópolis, isolou 60 casas desde o último dia 25. Na data, a comunidade do bairro Côlonia Santana sofreu com alagamentos e o deslizamento de parte de uma área de morro, provocados pela grande quantidade de chuva.

As residências interditadas ficam em três ruas próximas de onde houve o desmoronamento. Conforme o coordenador da Defesa Civil no município, José Delmir da Silva, nenhuma família se opôs a sair e todas foram encaminhadas para casas de parentes ou amigos.

A retirada das famílias começou no sábado e durou até a madrugada de domingo. Delmir destaca que a medida foi tomada como prevenção. O solo continua encharcado na região e desde o deslizamento as fendas no solo aumentaram 15 centímetros.

— Desde o dia 26, após o evento, máquinas estão trabalhando na parte que deslizou e também está sendo feita a contenção. Mas antes disso terminar as famílias poderão voltar para suas casas, basta o terreno firmar. Para isso, precisa parar de chover — explica o coordenador. ClicRBS

Foto: Charles Guerra - DC

Veja a galeria de imagens clicando aqui.


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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Carro é roubado com criança dormindo no banco traseiro

Jornal do Almoço - ClicRBS

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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Enchentes em Santa Catarina: Deputados aprovam auxílio de R$ 415 às vítimas

Deputados estaduais votam Auxílio Reação para vítimas das enchentes

Deputados estaduais de Santa Catarina aprovaram nesta tarde o benefício Auxílio Reação, pago às vítimas das enchentes ocorridas no Estado durante o mês de novembro. Editada pelo governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB), a medida provisória criou uma bolsa de R$ 415, durante seis meses, às famílias que tiveram as casas atingidas pelas chuvas. O valor será pago com os R$ 28 milhões em doações depositados nas contas criadas pela Defesa Civil.

Em sessão que contou até mesmo com protesto de policiais militares que estavam em greve, a medida provisória foi votada em regime de urgência. A aprovação foi marcada pelas duras críticas de oposicionistas, que queriam estender o pagamento às famílias que permanecem em abrigos.

A bancada do PT protestou duramente ao ter emendas rejeitadas pela base governista. O partido tentava estender o benefício às 5 mil vítimas da enchente que permanecem em abrigos espalhados pelo Estado. Pela medida provisória do governo, só têm direito ao benefício as pessoas que estão alojadas em casas de familiares ou alugaram novas moradias.

"Temos que ajudar também quem está nos abrigos a reconstruir sua vida. Muitos deles foram vítimas de deslizamentos e não têm mais casas e nem mesmo terreno para construir", afirmou a deputada Ana Paula Lima (PT), presidente do Fórum dos Atingidos pela Enchente. "Acredito que o governador deva retornar às cidades atingidas para viabilizar uma nova estratégia de atendimento a essas vítimas".

Os governistas alegam que as vítimas que permanecem nos abrigos teriam a alimentação e assistências custeadas pelo Estado. Notícias Terra

Comentário: Até agora os governos (federal e estadual) não entraram com nenhum centavo para ajudar diretamente as vítimas das enchentes. Fazem festa e estardalhaço achando que estão fazendo algum favor ao liberar o Fundo de Garantia que é dinheiro do trabalhador e agora, para a concessão desse tal Auxílio Reação, vão utilizar o dinheiro que foi doado espontaneamente pela população para ajudar os atingidos pela catástrofe. Cumprimentar com o chapéu alheio é bom pra caramba. Também quero!


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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Enchentes em Santa Catarina - Menina acha R$ 20 mil em casaco recebido como doação e avô devolve ao dono

Casaco seria repassado a outros desabrigados, porque a roupa era muito fina para o estilo de vida da família, disse Daniel Manoel da Silva

A menina Daniele Maria Annater, 5 anos, queria apenas brincar com o casaco de couro e pele antes que ele fosse colocado junto ao monte de roupas que seria repassado a outros desabrigados. A família recebeu o casaco como doação depois de perder tudo na localidade de Alto Baú, em Ilhota, no Vale do Itajaí, mas nem a mãe nem as tias da menina se interessaram pelo peça. Quando vestiu o casaco, Daniele teve uma surpresa. Encontrou R$ 20 mil escondidos na manga.

Assim que pegou o dinheiro, o avô da menina, Daniel Manoel da Silva, 58 anos, foi atrás do doador, que é morador de Concórdia, município no Meio-Oeste catarinense, para devolvê-lo.

— Se o dinheiro fosse entregue nas minhas mãos, teria aceitado com certeza, pois agora precisamos. Mas é uma questão de criação, fui educado assim e estou com a consciência limpa — contou seu Daniel, que foi presenteado com R$ 1 mil pela honestidade.

O agricultor, que plantava cana e fabricava cachaça artesanal, disse que iriam dar o casaco para outras pessoas que também tinham perdido tudo, pois era uma roupa muito fina para o estilo de vida deles.

No último mês, muita coisa mudou na vida da família de seu Daniel. No domingo, 23 de novembro, a casa nova da famíla foi encoberta pela lama e cinco familares morreram soterrados: Luis Paulo Hostim, 17 anos, João Pedro Silva, um ano e oito meses, Joana Maria Annater, sete meses, Nelson Galdino da Silva, 62 anos, e Maria Tatiana Hostim, sete meses.

Isabel Cristina da Silva, filha de Daniel, que foi contratada como modelo

Pai de modelo

Apesar da tristeza pela perda da casa e dos parentes, seu Daniel foi presenteado com a contratação de sua filha por uma agência de modelo de São Paulo. O book de Isabel Cristina da Silva, de 17 anos, foi descoberto na lama pelo jornalista Caco Barcellos, quando ele esteve na região do Morro do Baú para mostrar a tragédia que se abateu sobre o Vale do Itajaí. ClicRBS


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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Enchentes em Santa Catarina - Defesa Civil contabiliza danos provocados pelas últimas chuvas

Detalhe da barreira que caiu próximo ao condomínio Nova Cidade, em Palhoça, Grande Florianópolis

As chuvas de segunda-feira (15) e da madrugada desta terça-feira (16) trouxeram mais prejuízos em, pelo menos, seis municípios de Santa Catarina. Conforme registro no Departamento Estadual de Defesa Civil (Dedc), a cidade mais afetada é Palhoça, onde mais de dez bairros enfrentam alagamentos. De acordo com relatório divulgado pela Defesa Civil no início da noite desta terça-feira, só a cidade de Joinville já soma 20 mil desalojados.

Em Palhoça, a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil atendeu ocorrências de alagamentos de ruas e casas nos bairros Frei Damião, Ponte de Imaruí, Pedra Branca, Eldorado, Centro, Rio Grande e Brejarú. Nos bairros Passa Vinte, Jardim das Palmeiras e Bela Vista foram registrados deslizamentos. No Passa Vinte, 32 apartamentos de um condomínio residencial foram evacuados, por medida de segurança. Entre as pessoas que deixaram os apartamentos, cerca de seis famílias foram alojadas em um abrigo no bairro Bela Vista, no Centro Educacional Dom Jaime Câmara, antiga Fucabem. As famílias abrigadas em salões de festa continuam no local. A Defesa Civil municipal ainda não repassou o número de pessoas que foram retiradas de suas residências.

No município de São José, a chuva provocou alagamentos nos bairros Sertão do Imaruim, Forquilhinha, Picadas do Sul e Flor de Nápolis. As pessoas que tiveram que deixar suas casas devido aos riscos de deslizamentos ou alagamentos já retornaram no fim da tarde desta terça-feira (16). Não há desabrigados no município.

Pelo menos oito bairros foram afetados pelas chuvas fortes em Joinville, onde, conforme informações repassadas ao Dedc pelo Corpo de Bombeiros e pela Polícia Militar Ambiental, há 20 mil pessoas desalojadas, 120 desabrigadas e cerca de 250 mil afetadas. No município foram 7 mil residências danificadas e 3 totalmente destruídas. Defesa Civil/SC


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Enchentes em Santa Catarina - Defesa Civil alerta para novos deslizamentos

Florianópolis - Parte do barranco cedeu no Morro da Caixa, próximo à via expressa

Para as próximas 12 horas, a Epagri/Ciram mantém a previsão de tempo instável com céu encoberto e chuva persistente ao longo do dia, na região Leste do estado.

A chuva poderá ser de intensidade moderada a forte em alguns momentos. O acumulado deve variar entre 40 e 60 mm, entre a Grande Florianópolis e o Vale do Itajaí; e de 50 a 80 mm na região próxima a Joinville, podendo provocar mais problemas de alagamentos e deslizamentos.

De acordo com os meteorologistas da Epagri/Ciram, o total de chuva acumulada nas últimas 12 horas, que foi de 179mm, já superou a média mensal de 172mm, no município de São José.

Diante das previsões, o Departamento de Defesa Civil (DEDC) recomenda a atenção da população devido aos riscos de deslizamento e mais alagamentos. Para garantir a segurança das pessoas, especialmente nas áreas de encostas e morros, a Defesa Civil solicita que qualquer sinal de deslizamento, como inclinação de árvores, movimentação do solo ou rachaduras, seja imediatamente comunicado à Defesa Civil do município, através do 199. No caso de alagamento, a população deve evitar o contato com a água, já que pode estar contaminada e provocar doenças. Também é aconselhável não dirigir em lugares alagados.

“É importante que a população fique atenta e que no caso de risco atenda às recomendações da Defesa Civil. Muitas pessoas morreram soterradas porque não obedeceram as determinações técnicas e permaneceram em regiões de risco”, ressalta Alves. Defesa Civil/SC


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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Enchentes em Santa Catarina - Após furtos, empresa distribuirá donativos

Donativos chegam à Central de Distribuição da Vila Germânica – Blumenau

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Blumenau vai contratar uma empresa de logística para distribuir donativos às vítimas das enchentes. A medida foi tomada após a divulgação de imagens pela RBS TV em que voluntários e integrantes do Exército apareceriam furtando roupas e mantimentos em um centro de triagem que funciona no Parque Vila Germânica, em Blumenau.

Nas imagens, divulgadas na noite de ontem, mulheres que trabalhavam como voluntárias no centro escolhiam peças de roupas que supostamente levariam para casa. Uma delas saiu do pavilhão com um carrinho de supermercado cheio.

A gravação também mostra soldados que descarregavam um caminhão de donativos pegando roupas, tênis e experimentando chapéus. De acordo com as imagens, eles colocaram tudo dentro das bolsas saíram com duas mochilas cheias. Conforme a reportagem, eles pertencem ao 23º Batalhão de Infantaria em Blumenau.

De acordo com Secretaria de Desenvolvimento Regional de Blumenau, que abrange as cidades de Blumenau, Gaspar, Pomerode, Luiz Alves e Ilhota, um Boletim de Ocorrência foi registrado no 1º Distrito Policial da cidade por furto. Além do boletim, outra medida tomada foi a transferência da central de donativos para outro local.

Apesar da contratação de mão de obra especializada para fazer a distribuição dos donativos, o trabalho voluntário ainda é aceito, informou a secretaria. Os casos registrados foram tratados como "isolados" e serão investigados. A empresa de logística deverá iniciar o trabalho ainda nesta semana, por tempo indeterminado.

De acordo com a reportagem exibida pela RBS TV, o comandante do 23º Batalhão de Infantaria em Blumenau afirmou que os soldados envolvidos serão investigados por uma sindicância, que tem 20 dias para ser concluída. Redação Terra


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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

‘Nação Catarina’ - A música da solidariedade

População do Morro do Baú Baixo recebe donativos - Luiz Alves, 28/11/2008

Bruno Marlos me envia letra e música de uma canção composta por ele que faz uma homenagem à terra e ao povo de Santa Catarina cruelmente atingidos pelas enchentes do mês de novembro.

A música é linda, de uma pureza e simplicidade raras. Nela a gente sente bater forte o coração de todos os catarinenses.

Bruno Marlos, que não conheço pessoalmente, deixa para vocês o seu presente, a sua solidariedade.

Nação Catarina

Parecia mesmo uma menina
Colhendo migalhas
Como quem colhe um pomar

A água veio numa grande madrugada
Hoje não restou mais nada
Nem ao menos o seu lar

Força de gigante
Olhar de gente grande
Querendo me ensinar
Que do fim, se chega ao começo
Isso foi só um tropeço
Que te fez levantar

Tratando de juntar os pedaços
Riscou no barro uns poucos traços
Começou a sorrir

Contagiados por aquela menina
De nome Catarina
Nunca hão de desistir

Força de gigante
Olhar de gente grande
Querendo me ensinar
Que do fim, se chega ao começo
Isso foi só um tropeço
Que te fez levantar

Clique aqui para ouvir ou baixar a música


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Florianópolis - Deinfra vai fazer desvio na SC-401

Florianópolis, SC-401 - Homens trabalhando na detonação de pedras que obstruem a estrada

O Departamento Estadual de Infra-estrutura (Deinfra) irá fazer um desvio na SC-401, rodovia que liga a região central de Florianópolis às praias do Norte da Ilha. A estrada está bloqueada no km 14 por causa da queda de uma grande barreira. A informação é do responsável pela desobstrução da rodovia, o engenheiro Cléo Quaresma, superintendente do Deinfra na Grande Florianópolis.

Hoje o tráfego é desviado pelo Caminho dos Açores, cortando a área urbana do distrito de Santo Antônio de Lisboa. A construção do novo desvio, ao lado da pista da SC-401, tem o objetivo de liberar o trânsito de veículos a construção de um muro de contenção da encosta que desmoronou.

— Provavelmente ,para passar a temporada, nós teremos que conviver com esse desvio. As soluções para o corte que deslizou vão demandar muito tempo de implantação e são complexas — disse Quaresma.

Por enquanto, os veículos podem dar uma grande volta pelo bairro Rio Vermelho ou passar pelo Caminho dos Açores, no bairro Santo Antônio de Lisboa. A travessia leva até duas horas em horários de pico, gerando revolta dos motoristas e usuários do transporte coletivo.

A liberação da pista está prevista inicialmente para o dia 14 de dezembro. Com o desvio, que consistirá em uma mudança no traçado da SC-401, há a possibilidade de que o tráfego seja liberado antes do prazo, segundo o engenheiro.

Cléo Quaresma acredita que o caminho alternativo vai resolver o problema de congestionamentos na região e garantir a segurança dos motoristas caso aconteçam novos deslizamentos na área em que ocorreu o primeiro.

— O desvio vai fazer com que o usuário da rodovia trafegue com mais segurança nesse trecho e provavelmente não vai impedir que as obras de contenção da encosta venham a ser construídas no decorrer dos meses de janeiro e fevereiro. O projeto que vai definir como será o desvio ainda está sendo estudado.

— Nós estamos estudando ainda uma maneira de viabilizá-lo com rapidez, conforme determinação do doutor Romualdo (Romualdo França, secretário da Infra-estrutura), mas ainda não temos uma solução. A limpeza está num ritmo bom, estamos com quatro escavadeiras e quem sabe até o fim da semana temos um novo posicionamento. Isso vai depender do que nós acharmos de rocha pelo caminho.

De acordo com o engenheiro, não há falta de máquinas ou de pessoal para os trabalhos. Entre as dificuldades para a liberação da pista estão o desmonte de rocha, que está misturada com terra e lama, e a proximidade do ponto de deslizamento com residências e uma adutora da Casan. ClicRBS


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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Enchentes em Santa Catarina - Tragédia não poderia ter sido evitada, diz secretário

Blumenau, Vale do Itajaí, 26/11/2008

As fortes chuvas e os inúmeros desabamentos que assolaram o estado de Santa Catarina não foram previstos e, por isso, não poderiam ter sido evitados, segundo o secretário de Planejamento Urbano de Blumenau, Walfredo Balistieri. Ele admite, no entanto, que os casos mais graves ocorreram em regiões que sofreram a ação do homem. “O fenômeno é muito maior do que apenas a regularização fundiária. É uma somatória de problemas”, resumiu.

Ao contrário do que disse o engenheiro Juliano Gonçalves, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Médio Vale do Itajaí (AEAMVI), o secretário afirma que não recebeu nenhuma comunicação a respeito do volume de chuvas que atingiria a cidade e nem documentos que tratassem dos riscos de desabamentos. “Acho que está havendo uma confusão entre ocupação de área irregular com a catástrofe, com a quantidade incalculável de chuvas”, alegou. “Acho que ele está invertendo algumas situações”, ponderou.

Segundo Balistieri, todos os geólogos e meteorologistas consultados pela prefeitura, o que inclui profissionais das regiões Sul e do Sudeste do país, afirmaram que não era possível prever tamanho índice pluviométrico para a região. “Se ele [Gonçalves] tivesse essas informações, isso nos ajudaria muito”, ponderou.

Outro argumento utilizado pelo secretário para justificar sua posição é que os desabamentos aconteceram também em áreas que não sofreram intervenções do homem. Segundo ele, verdadeiras barreiras desabaram no parque nacional que fica ao sul da cidade e que não tem qualquer intervenção do homem. 

Moradias irregulares

Em entrevista concedida pelo telefone ao G1, o secretário afirmou que dos 300 mil habitantes de Blumenau, cerca de 60 mil vivem em situação de área irregular, invasão ou área de risco.

Segundo ele, ações para minimizar o problema já estavam no programa de governo da prefeitura antes mesmo do desastre. Prova disso, segundo ele, é a criação da Secretaria Municipal de Regularização Fundiária e Habitação e também diversos estudos realizados pela atual administração para essas áreas.

Mas, para ele, este não é um problema que pode ser resolvido em “apenas um ou dois anos”. Segundo Balistieri, a regularização fundiária é um problema que existe há quase 50 anos na cidade e que levará um certo tempo para ser solucionado. “É um trabalho muito grande, que envolve orçamento muito alto”, justificou.

Entidades avisaram autoridades sobre riscos em Blumenau

Edição de junho e outubro do jornal da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Médio Vale do Itajaí, que alertava para o risco de catástrofe

O engenheiro Juliano Gonçalves, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Médio Vale do Itajaí (AEAMVI), disse ao G1 que 90% da catástrofe causada pelas enchentes em Santa Catarina poderia ter sido evitada se as autoridades tivessem ouvido os alertas das entidades técnicas. Segundo ele, alertas de riscos foram feitos – e ignorados – ao longo de todo o ano.

Gonçalves afirmou que inúmeros seminários sobre o tema foram realizados e contaram com a participação de representantes do governo local. Portal G1

Indicação de leitura: Valmir Martins

Clique aqui para ter acesso ao Jornal da AEAMVI completo


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Enchentes em Santa Catarina – Uma pergunta fica no ar

"Por que?" - Mensagem retirada do Mural do site da Defesa Civil

A mensagem acima foi registrada no Mural do site da Defesa Civil, espaço virtual destinado para que pessoas deixem suas mensagens a procura de informações sobre parentes, amigos, ou para manifestarem solidariedade às vítimas das enchentes que assolaram o nosso estado.

A pergunta que o “Visitante” faz merece uma análise não muito profunda, mas com certeza deixa uma grande interrogação, principalmente entre as pessoas que têm tirado muito de si para emprestar ao seu próximo.

Com a palavra a Defesa Civil de Santa Catarina que no dia de ontem editou uma nota solicitando que as doações sejam suspensas momentaneamente.


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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Enchentes em Santa Catarina – Defesa Civil pede que doações sejam suspensas momentaneamente

Central de Arrecadação de Doações de Navegantes - Vale do Itajaí

As centenas de toneladas de doações recebidas, até esta quarta-feira, pelas Centrais de Arrecadação e Distribuição, montadas pelo Governo do Estado, já superaram a capacidade de armazenamento disponível no momento. Para facilitar a logística de distribuição a Defesa Civil catarinense pede que as arrecadações sejam suspensas momentaneamente e que o transporte das doações, já previsto, seja agendado através do telefone 48-4009-9886. Doações em dinheiro continuam sendo solicitadas.

"Neste momento as centrais estão cheias e não há espaço físico para receber mais suprimentos. Em alguns pontos, caminhões enfrentam longas filas para descarregar as doações" garante o diretor da Defesa Civil, major Márcio Luiz Alves.

A orientação é para que o transporte de doações só seja programado a partir da próxima semana, quando passará a operar uma nova Central de Arrecadação e Distribuição, com 10 mil metros quadrados, na Grande Florianópolis. "Neste momento não há necessidades, porém é importante lembrar que muitos abrigos ficarão ativados durante meses e será necessário abastecê-los com os recursos armazenados", explica o diretor.

Doações em dinheiro continuam sendo solicitadas, sendo que além de facilitar a logística de arrecadação e distribuição, movimentam a econômica local dos municípios afetados.

Para o secretário da Justiça e Cidadania, Justiniano Pedroso, a solidariedade dos brasileiros superou todas as expectativas e demonstra a dimensão do desastre. "Santa Catarina agradece as milhões de demonstrações de apoio de cidadãos brasileiros e  empresas que se mobilizam para ajudar a reconstruir a vida das vítimas do desastre. As demonstrações de solidariedade fortalecem o trabalho de todas as equipes envolvidas e somam-se aos esforços dos governos para garantir o retorno da normalidade", afirma.

Conforme a demanda a Defesa Civil catarinense poderá divulgar novos pedidos de doações. Defesa Civil/SC


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Enchentes em Santa Catarina - BR-101 terá de ser totalmente recuperada, diz Dilma

Mãe cansada: Dilma participa de audiência pública na Câmara dos Deputados

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) disse nesta quarta-feira que o governo terá que recuperar toda a rodovia BR-101 em Santa Catarina.

A chuva que atinge o Estado de Santa Catarina já provocou a morte de 117 pessoas. O número de desaparecidos subiu para 32.. Relatório divulgado hoje mostra que são 25 os trechos de rodovias com problemas em Santa Catarina.

Dilma foi informada pelo ministro Alfredo Nascimento (Transportes) das condições da rodovia. Desvios foram feitos, mas ainda é necessário mais tempo para avaliar toda a estrutura.

A BR-101 dá acesso a diversas cidades e até então era via por onde era transportado grande volume de cargas. Ela foi totalmente interditada na na altura do km 235 no dia 23 de novembro. O Dnit (Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes) liberou o tráfego no trecho por volta das 19h30 do domingo (30).

"Vamos ter que recuperar toda a BR-101. Tínhamos uma previsão de acabar as obras de duplicação no final de 2009 e agora teremos de esperar mais para fazer uma avaliação estrutural do que é necessário", disse a ministra.

A fala foi dita pela ministra durante uma audiência pública na Câmara dos Deputados.

Dilma disse ainda que obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no setor de habitação e saneamento terão que ser refeitas. Ela lembrou que o governo já destinou R$ 2 bilhões para a recuperação do Estado, incluindo R$ 350 milhões apenas para a recuperação do Porto de Itajaí. Agência Estado

Comentário: Depois eu é que sou bocudo e que não acredito em nenhuma palavra que esse desgoverno empenha. Oras, a BR-101, principalmente o trecho sul (de Palhoça/SC a Osório/RS) praticamente não foi atingida pelos efeitos das enchentes. A tragédia nessa estrada sempre existiu. Agora eles vêm com essa de que precisarão recuperar TODA a estrada para depois prosseguir com as obras de duplicação. Enquanto isso o pedágio em Palhoça continua em obras e a todo vapor. Como diz o outro: na nadinha não vai bunda?


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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Florianópolis - Fenda em morro do Pântano do Sul deixa 40 pessoas desalojadas

 caminho_da_costa_de_cima_pantano A Defesa Civil Estadual confirmou na noite desta terça-feira que uma fenda no Morro da Costa de Cima, no bairro do Pântano do Sul, em Florianópolis, deixou um alerta de perigo de deslizamento no local.

Cerca de 40 pessoas foram retiradas e estão em casas de parentes. A fenda ocorreu na Rua Rozália Paulina Ferreira. A Defesa Civil de Florianópolis está monitorando o local. Defesa Civil/SC

Atualização – 09h30m

Depois de uma reunião nesta terça-feira com a Defesa Civil, Secretaria de Obras, Habitação e geólogos da Udesc, cerca de 40 moradores do Morro da Costa de Cima, no Pântano do Sul, em Florianópolis, aceitaram deixar a localidade, que de acordo com laudo de geólogos da Udesc tem risco iminente de deslizamentos.

— Estamos contestando esse laudo e vamos buscar um contralaudo, porque isso já ocorreu outras vezes e nada caiu — diz o morador Marcos Ventura da Silva, 38 anos, que deixou a residência na semana passada.

No acesso ao morro, a Defesa Civil colocou uma faixa amarela interditando o local. Por enquanto, mesmo que faça sol, as famílias não podem voltar para suas casas. Segundo Luiz Eduardo Machado, subcoordenador da Defesa Civil de Florianópolis, há fendas no morro que indicam uma possibilidade de desmoronamento duas vezes maior do que o que ocorreu na SC-401. Jornal Hora de Santa Catarina


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Enchentes em Santa Catarina - A superficialidade da grande mídia

Só uma tragédia como essa que assolou o nosso Estado de Santa Catarina pra reunir tanto caco ao mesmo tempo. Haja lama!

Por Heitor Reis

Que a grande mídia é superficial no trato de questões de interesse público e profundamente analítica e crítica em casos que defendam seus interesses políticos e particulares é notório!

Mais uma vez isto ocorre no caso de Santa Catarina, como em outras desgraças desta natureza. A ênfase é quase absoluta na solidariedade para envio de alimentos aos desabrigados, mas insignificante em medidas que possam evitar que o fato se repita.

Por receberem gordas verbas publicitárias do governo federal, não deram a devida relevância a um fato, curiosamente divulgado exatamente pela Agência Brasil e TV Brasil, ambas estatais, as quais merecem nossos mais efusivos elogios por este exemplo de independência ou de rebeldia, após a greve dos funcionários da empresa.

O governo Lula aplicou apenas 13% da verba que se destinava à prevenção de tragédias, o que, certamente, permitiu maior amplitude do desastre, sendo responsável por uma parte considerável do desastre.

"Uma tragédia esperada"

Também não vi, nas várias matérias sobre o assunto, qualquer coisa sobre a responsabilidade do governador do estado em ter reduzido a área de proteção vegetal do solo.

Quanto à ocupação desordenada do solo, foi mencionada superficialmente, como sempre acontece.

Mas, tendo em vista as freqüentes e constantes tragédias anteriores, em Santa Catarina e em outras cidades do país, o que não se vê por aqui é uma cobrança sistemática das autoridades por parte dos meios de comunicação da adoção de medidas que realmente impeçam ou, pelo menos, atenuem os problemas das chuvas que se repetem, com maior ou menor intensidade, a cada ano.

A cumplicidade da grande mídia em ocultar os verdadeiros responsáveis por estes problemas e por não denunciarem tamanho descaso pela vida humana, é o mesmo que impede o Ministério Público de processar estes criminosos.

Era uma tragédia esperada!... Como serão as próximas que aumentarão o interesse da população pelas notícias, proporcionando lucro com a desgraça alheia. Talvez por isto não queiram realmente fazer algo para pressionar as autoridades a resolverem definitivamente este problema...

A mãe de todas as calamidades

Paradoxalmente, os mesmos bandidos do colarinho branco que contribuíram para a tragédia aparecem, nestes momentos, como salvadores da pátria e solidários às suas próprias vítimas, encontrando a mais absoluta e ingênua repercussão de sua hipocrisia na imprensa escrita, falada e televisiva.

Mas ninguém vai preso por isto. A culpa é sempre da natureza! E mais uma vez constatamos que o crime compensa.

Num país com 74% de analfabetos e semi-analfabetos, onde raros conseguem enxergar um milímetro à frente do nariz e os jornalistas, diplomados ou não, têm suas consciências vendidas aos seus patrões, tudo pode acontecer.

A ética e a qualidade da informação fazem parte da mesma lama que assassina, destrói e humilha a população, que também nada faz para merecer um tratamento melhor, tanto dos políticos, quanto da mídia. Cada povo tem o governo, a mídia e a lama que merece...

Quem sabe as entidades de direitos humanos não poderiam pressionar o Ministério Público para processar os verdadeiros culpados pela mãe de todas as calamidades, a nossa administração pública?

Quem sabe a opinião pública possa forçar os deputados a manterem os móveis antigos em seus apartamentos e comprarem 1,5 milhões de reais em mobília nova para os órfãos catarinenses do Estado brasileiro?

Heitor Reis, engenheiro civil, militante do movimento pela democratização da comunicação e em defesa dos Direitos Humanos, membro do Conselho Consultor da CMQV - Câmara Multidisciplinar de Qualidade de Vida e articulista

Observatório da Imprensa


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Enchentes em Santa Catarina: Defesa Civil subestima número de desaparecidos

O número de pessoas desaparecidas após as enchentes que atingiram o Vale do Rio Itajaí-Açu e do litoral norte catarinense é quase o triplo do levantamento oficial da Defesa Civil de Santa Catarina. Pelo menos 84 pessoas estão desaparecidas apenas em seis municípios atingidos pelas cheias, segundo informações obtidas ontem com prefeituras, comandos do Corpo de Bombeiros e equipes da Defesa Civil Municipal. Nas estatísticas oficiais, o número de desaparecidos subiu ontem de 19 para 31 - com 12 registros de Ilhota.

O Centro de Operações da Defesa Civil de Santa Catarina diz que há dificuldades para centralizar informações e admite que esse número deve aumentar. "O número de desaparecidos deve ser ainda maior. Em Ilhota, Luiz Alves, Blumenau e Itajaí, especialmente na zona rural, há diversos pontos inacessíveis para resgate", assume o chefe do Centro de Operações da Defesa Civil do Estado, Edemilson Irineu Corrêa. "Pode levar semanas para sabermos exatamente quantos são os desaparecidos - ou para encontrá-los. E ainda não estamos na fase de vasculhar locais soterrados, mas de prestar socorro a vítimas e assistência nos abrigos."

Após questionamento da reportagem sobre os desaparecidos, a Defesa Civil de Santa Catarina enviou solicitação ontem à Delegacia-Geral de Polícia Civil para que o órgão ficasse responsável pelo levantamento do número de desaparecidos na enchente em Santa Catarina. "É a maneira mais produtiva, transparente e objetiva de tratar do assunto", diz Corrêa. Dos 116 mortos na tragédia até o momento, só 22 constavam oficialmente ontem como não-identificados - há ainda 78.707 flagelados. Agência Estado


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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Enchentes em Santa Catarina: ONG que atende vítimas de desastres diz que situação "é crítica"

Peter Leach e Shawn Halbert da ONG inglesa Shelter Box chegam a Santa Catarina

Representantes da ONG Shelter Box, que já atuou em grandes catástrofes, como o tsunami na Ásia, em 2004, e o furacão Katrina em Nova Orleans (EUA), em 2005, dizem que a situação em Santa Catarina é "bastante crítica".

Mas, segundo eles, como as famílias desabrigadas conseguiram acesso imediato a abrigos provisórios, elas estão conseguindo viver com um mínimo de "dignidade". Dois membros da entidade chegaram ao Estado no fim de semana para ajudar nos trabalhos de socorro.

Segundo boletim divulgado na noite de hoje pela Defesa Civil, o número de mortos por causa das chuvas no Estado chega a 116. Outras 31 pessoas estão desaparecidas. Mais de 78 mil tiveram que deixar suas casas. Já decretaram estado de calamidade pública 14 cidades.

"É um desastre terrível. Os serviços de emergência estão lidando com muitas ocorrências [ao mesmo tempo], principalmente deslizamentos", diz Shaun Halbert, 55, cirurgião veterinário e integrante da ONG. "A situação é bastante crítica. É preciso continuar monitorando nos próximos dias e semanas."

A ONG inglesa está fazendo um levantamento sobre as enchentes na região e analisando o melhor modo de prestar apoio aos flagelados. A organização têm um projeto de fornecer "caixa-abrigo" ("shelter box") a atingidos por desastres.

Cada caixa entregue atende dez pessoas. Dentro delas, há um kit com uma barraca, utensílios domésticos, como panelas, ferramentas e cobertores. Segundo eles, a resposta das autoridades em Santa Catarina foi "dada a tempo" e talvez não seja preciso enviar as caixas. A ONG, no entanto, bancará o transporte do material para o Brasil, se necessário. Folha Online


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Enchentes em Santa Catarina: Polícia Civil detém morador que não queria deixar casa em área de risco

Luiz Alves: localizada no Vale do Itajaí, com 8.500 habitantes, foi uma das cidades mais atingidas pelas enchentes e permaneceu isolada por diversos dias. Foram registradas 10 mortes até o momento

A Polícia Civil de Santa Catarina deteve na tarde de domingo (30) um morador da localidade de Baixo Máximo, na cidade de Luiz Alves, por se recusar a deixar sua casa que corria risco de desabamento. Este foi o único registro de detenção de pessoas que não aceitavam deixar suas residência, mesmo com o perigo de desmoronamento.

O fato aconteceu no início desta tarde. Segundo a Polícia Civil, Adelino Baffman ameaçou as equipes da Defesa Civil que estavam no local para auxiliar na retirada das famílias que ainda permanecem em área de risco. Ainda conforme as informações da Polícia Civil, o morador não queria deixar sua casa e foi preciso usar da força para retirá-lo do local.

Para o delegado-geral das Polícia Civil, Maurício Eskudlark, as equipes vão continuar percorrendo as regiões mais atingidas e com risco de desmoronamento para retirar as pessoas que teimam em continuar nas áreas de risco. O morador detido em Luiz Alves foi levado para a Delegacia da Polícia Civil, onde assinou um termo circunstanciado e se comprometeu a comparecer a audiência judicial. Defesa Civil/SC


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Enchentes em Santa Catarina - General Félix reúne representantes de ministérios para discutir ajuda

Ilhota: um dos municípios mais atingidos pela tragédia simplesmente sumiu do mapa

Por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro general Jorge Félix (Gabinete de Segurança Institucional) reuniu na tarde desta segunda-feira os integrantes de vários ministérios para definir quais serão as novas medidas que devem ser adotadas para ajudar na reconstrução de Santa Catarina.

Félix conversou com os representantes das ares de Casa Civil, Defesa, Saúde, Transportes, Minas e Energia, Cidades, Planejamento, Integração Nacional e Portos.

Segundo nota divulgada pelo GSI (Gabinete de Segurança Institucional), cada pasta levantará as demandas específicas para verificar que novas providências podem ser adotadas.

Ao longo do dia, a tragédia de Santa Catarina dominou todos os eventos em que Lula esteve presente. Pela manhã, o presidente discutiu o assunto na maior parte da reunião de coordenação e avisou que fará tudo o que estiver ao seu alcança para ajudar ao Estado e à população catarinense.

Na cerimônia "Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro", Lula reclamou que a natureza foi no "mínimo cruel", referindo-se às enchentes em Santa Catarina. Agência Estado


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