segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Procurador detecta artifício no Senado para manter nepotismo

O procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, identificou um artifício jurídico na fundamentação do Senado para preservar no emprego parentes de senadores. Na comparação detalhada que está fazendo do texto da súmula do  Supremo Tribunal Federal (STF) sobre nepotismo com a posição do Senado, o procurador localizou uma divergência sobre a extensão da proibição. A súmula considera o parentesco até terceiro grau. "A interpretação do Senado é a posição adotada no Código Civil, que é o de segundo grau", afirmou o procurador. Antonio Fernando disse que está analisando oito itens. "Se tiver de adotar uma providência judicial que seja o mais abrangente possível", explicou.

Antonio Fernando define entre esta terça-feira e quarta se irá ao STF contra descumprimento pelo Senado da proibição de contratação de parentes. O procurador considerou que toda norma pode suscitar dúvidas "principalmente uma norma que pretende regular algo que faz parte da história do Brasil desde o seu descobrimento".

Segundo Antonio Fernando, a implementação dessa norma "exige mudança de hábito". O procurador deixou claro que a súmula proíbe o chamado nepotismo cruzado, na hipótese de algum senador contratar parente de deputado e, em contrapartida, o deputado contratar o parente do senador.

No Senado, o desmonte da "República de Parentes" instalada na Casa continuou ontem, com a exoneração de nove parentes de servidores em cargos de chefia. O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), disse que considera praticamente atendida na Casa a súmula anti-nepotismo do STF.

Garibaldi acredita que, com a demissão de 45 familiares de senadores, se encerra os efeitos da súmula em relação aos parlamentares. "Acho que ao final, se não é tão feliz, porque muita gente ficou infeliz, mas o final legal que também não é o legal no senso comum, mas o legal de legalidade, será agora".

OAB

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, afirmou  que a entidade vai questionar no STF eventuais casos de nepotismo no serviço público. "Vamos encaminhar (ao STF) reclamações caso a caso", disse Britto. Ele explicou que será feito um levantamento em todos os Estados para detectar os casos de nepotismo. "Vamos coletar as provas, verificar quais são os casos nos Estados", declarou. Estadão Online


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Florianópolis - Dário Berger promete ampliar sistema de tratamento de esgoto

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O prefeito de Florianópolis e candidato do PMDB à reeleição, Dário Berger, promete ampliar de 45% para 80% o número de ruas com tratamento de esgoto na Capital.

A declaração foi dada durante a série de entrevistas online do diario.com.br na manhã desta segunda-feira. O candidato respondeu perguntas de 90 internautas que participaram do chat durante 45 minutos. Mais de 220 dúvidas não foram respondidas por falta de tempo.

Antes de serem encaminhadas ao entrevistado, as questões foram filtradas por um jornalista do diario.com.br. Ofensas ao candidato ou a qualquer outra pessoa foram vetadas. A ordem das entrevistas foi definida por sorteio. Nesta terça-feira é a vez de Esperidião Amin (PP), também às 11h.

Segurança

Para minimizar os problemas de violência e segurança na Capital, o candidato do PMDB pretende levar para outros morros de Florianópolis os projetos sociais implantados no Maciço do Morro da Cruz durante o atual mandato.

Tapete preto

Dário Berger disse que com a Operação Tapete Preto asfaltou cerca de 700 ruas em Florianópolis e se compromete a pavimentar o restante caso seja reeleito.

Transportes

O candidato aposta em transportes alternativos para desafogar o trânsito em Florianópolis e promete fazer 100 quilômetros de ciclovias nos próximos quatro anos. Para solucionar os problemas de congestionamento no Sul da Ilha de Santa Catarina, Dário quer construir o elevado no trevo da Seta e criar uma terceira pista na SC-405. ClicRBS


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Briga de foice pelo poder

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Ipojuca Pontes

A política é a atividade superior do homem que tem por objetivo  definir e propiciar a melhor direção dos negócios públicos, certo? Errado. Errado pra cachorro. Exemplo? Em São Paulo e Rio de Janeiro, nesta segunda fase da refrega eleitoral pela posse das duas prefeituras mais ricas do país, a “arte de bem governar” virou, entre os respectivos candidatos, uma tremenda briga de foice no escuro. De fato, uma batalha incruenta, onde vale tudo, inclusive (como diria o caudilho Brizola, ao medir a ambição política do Dr. Lula) “pisar o pescoço da mãe”. 

Certo, justifica-se, está em jogo o usufruto de receitas tributárias que envolvem bilhões de reais a cada mês, empregos de familiares e companheiros, mordomias sem fim, banquetes infindáveis, viagens internacionais, folguedos do carnaval, bons negócios com empreiteiras compreensivas – para não falar no fanal de luz que pode levar o eleito à governança do Estado e até à Presidência da República. Então, com perdão da palavra, por que titubear? Diante de um quadro tão inebriante quanto dionisíaco, o que representa, na ética política em andamento, um simples pisar de pescoço – seja da própria mãe ou da mãe do adversário? Nada, um zero a esquerda.  

No Rio de Janeiro temos o caso do candidato Eduardo Paes, o típico carreirista político. De esquerda, ele começou no ecológico Partido Verde. Para subir na hierarquia da atividade, ingressou no DEM (ex-PFL), tido como “de direita”, onde, pelas mãos do blogueiro César Maia, foi feito Secretário do Meio Ambiente (e, devido a irregularidades, está sendo processado por improbidade administrativa). Em seguida, para se fazer deputado federal, bandeou-se para o PSDB. Pelo empenho, tornou-se  líder do partido no período da CPI dos Correios. Nela, diante dos holofotes, denunciou veemente o socialista Lula da Silva como o agente beneficiário por trás da “quadrilha organizada” instalada em Brasília (aventou, até, o seu impeachment), sem livrar a cara de Lulinha, o filho, transformado em milionário da noite para o dia.  

Mas em política a grande meta (negócio) é o poder executivo. Para ser candidato a prefeito da cidade, Paes largou o tucanato e ingressou no PMDB pelas mãos de Sérgio Cabral, o governador leninista e generoso anfitrião noturno de Lula, que se mostrou reticente com as pretensões do algoz. O que, vale dizer, não representou obstáculo algum. Para obter o aval de Sua Santidade, Paes não pensou duas vezes: escreveu copiosa carta ao Soberano pedindo desculpas pelas palavras impensadas – desculpas, claro, extensivas à D. Marisa e ao herdeiro (milionário) Lulinha.    

Mas em matéria de pragmatismo abjeto o candidato Gabeira, que ficou famoso por seqüestrar o embaixador americano Charles Elbrick, usar tanga e calçar sandálias tecidas com folha de maconha, não fez por menos. Flagrado pela mídia tecendo críticas por telefone à vereadora aliada, Lucinha - a mais bem votada da zona oeste da cidade, a quem chamou de “analfabeta política de visão suburbana” -, Gabeira, pensando nos votos da companheira, apresentou um maroto pedido de desculpas, tal como fez o seu adversário Paes. Enviando o pedido de desculpas em nota à imprensa, o candidato verde, antigo “pauteiro” de jornal, não perdeu espaço e ainda prometeu se empenhar na “valorização e o crescimento dos subúrbios da cidade”. 

Em São Paulo, por sua vez, a luta pelo poder entre as facções atinge a chamada região do baixo-ventre. Diante da flagrante vantagem eleitoral do candidato Gilberto Kassab (DEM-SP), o programa de propaganda televisivo da candidata Marta Suplicy (PT-SP) interrogou, com malícia, se o adversário era casado e tinha filhos – mesmo sabendo, com antecipação, que ele não era casado e muito menos pai de filho.

A pergunta, claro, dizia respeito à macheza do candidato, a ser interpretada assim: pode um sujeito ao qual se coloca dúvida sobre a sua masculinidade ser prefeito de São Paulo? (De minha parte, creio que sim, pois Edward Koch, judeu e homossexual, governou a cidade de New York durante dez anos – de 1977 a 1987 – com o aplauso dos seus habitantes). 

A indagação torna-se mais irônica, ou indecente, quando se sabe que Marta Suplicy é “sexóloga progressista”, que faz figura e hora na vida política por supostamente defender “as minorias” de todos os tons e matizes. Sobrelevado o fato de que, há poucos anos, no posto de prefeita, a atual ministra de Turismo de Lula arrostou escandaloso adultério quando trocou o brando marido (Eduardo Suplicy) pela galanteria do aspone Luís Fabre, dito revolucionário da Quarta Internacional, mas, na realidade, nascido “em la Boca” da vizinha Buenos Aires sob o batismo de Felipe Belisário Wermus (sendo acusado de possuir contas em paraísos fiscais abastecidas com dinheiro proveniente do superfaturamento da coleta do lixo administrado pelas prefeitura do PT).

Já o prefeito Kassab - que, embora “de direita”, fez vultosa doação de campanha ao PCdoB - não deixa de ser figura curiosa. Interrogado por um repórter de jornal se era ou não homossexual, achou por bem negar, dando-se ao luxo de um sorriso à Mona Lisa, depois. Talvez por isso, levando-se em conta o conservadorismo da sociedade, o candidato do DEM tenha perdido cinco pontos de vantagem na disputa contra a “sexóloga progressista” do PT. Os dezessete pontos iniciais de vantagem reduziram-se a uma dúzia.

Desde que Maquiavel, ele mesmo um pilantra, demonstrou a notória oposição entre a ética política e a ética religiosa - aquela que nos ensina a não roubar, matar ou desejar a mulher do próximo -, os políticos encontraram um sólido lastro teórico para justificar suas patifarias. Vale tudo, inclusive pisar o pescoço da mãe, pois, como ficou consagrado, o objetivo é tomar o poder para se “promover o bem comum”. Mídia sem Máscara


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Opinião do Estadão: Mercado interno não basta

A pior etapa da crise mundial já começou, com retração dos negócios no mundo rico, paralisação de fábricas e demissões simultâneas de milhares de trabalhadores. O socorro ao setor financeiro está em marcha nos países mais avançados e em vários emergentes, incluído o Brasil, e a quebradeira dos bancos provavelmente será contida. Isso limitará os danos, mas não impedirá uma severa redução do crescimento. Nos Estados Unidos e na Europa há sinais de recessão e nenhum país será uma ilha de tranqüilidade. O governo brasileiro já se movimenta para criar defesas contra mais esse risco. Essa é uma notícia animadora, mas ainda falta definir claramente a estratégia anti-recessão.

As autoridades têm respondido, até agora, aos desafios mais evidentes e imediatos. É preciso apoiar os bancos médios, garantir o crédito para o plantio da safra 2008-2009 e restabelecer o financiamento à exportação.

O Banco Central (BC) tem assumido a maior parte das tarefas, com apoio, quando necessário, da Presidência da República e do Ministério da Fazenda. O BNDES tem procurado reforço financeiro no Banco Mundial e no Banco Interamericano de Desenvolvimento, para compensar o fechamento de outras fontes de recursos.

O Ministério do Planejamento já se dispõe a reavaliar a proposta orçamentária em tramitação no Congresso para ajustá-la, se for o caso, a um cenário de menor crescimento da receita.

O conjunto parece bom, mesmo com alguma demora na obtenção de resultados. Não basta o BC oferecer dólares ao mercado. É preciso garantir a destinação desse dinheiro aos exportadores. Por isso, foram previstos leilões de moeda estrangeira carimbada, com destinação obrigatória. Esses leilões foram programados para começar hoje.

Mas o problema, nesta altura, não consiste somente em restabelecer o financiamento aos exportadores. Essa é a tarefa mais urgente, mas o desafio é mais amplo. A grande pergunta é sobre como promover um razoável crescimento econômico no próximo ano, talvez próximo de 3,5%, sem desarranjar seriamente as contas externas.

A expansão econômica deste ano, estimada em mais de 5%, só foi possível com uma grande redução do superávit comercial e um aumento considerável do déficit em conta corrente. Esse déficit poderá situar-se, no fim do ano, em cerca de 1,8% do PIB. O buraco projetado para 2009 equivale a cerca de 2% da produção do País, se a atividade crescer 3,5%.

Pelos critérios mais comuns, um déficit desse tamanho é perfeitamente aceitável. Não envolve risco importante para o País. Ações baseadas nesses critérios, no entanto, são muitas vezes perigosas. Conta corrente no vermelho só não é problema quando se pode financiá-la com investimento estrangeiro direto. Ninguém pode saber, agora, se esse tipo de recurso continuará entrando no País, em 2009, na proporção necessária.

Além disso, o descompasso entre importações e exportações aumentou, em 2008, apesar das cotações excepcionais de vários produtos básicos. Em 2009 não se poderá contar com preços extraordinários de exportação nem com um mercado favorável.

Para o País atravessar o ano sem maiores problemas e sem a criação de maiores desequilíbrios, o governo deverá calibrar a expansão da demanda interna e a evolução das exportações. Estimular o mercado interno sem dar atenção maior ao comércio exterior poderá redundar, em pouco tempo, numa combinação de inflação mais alta com desarranjo no balanço de pagamentos. O próximo passo poderá ser uma visita ao Fundo Monetário Internacional.

O governo, segundo alguns economistas, deveria gastar mais para neutralizar os efeitos da recessão externa. Mais seguro, no entanto, seria conter os gastos de custeio, reduzir impostos e aumentar o financiamento à exportação e à produção. Uma ação defensiva na frente comercial pode ser necessária para conter a invasão de produtos vendidos em regime de dumping. Muito mais produtiva, no entanto, será uma ação ofensiva, provavelmente facilitada por uma moeda menos valorizada que a dos últimos anos. Será uma boa oportunidade para o governo mostrar se é capaz, mesmo, de formular e de aplicar uma política de produção e de competitividade adequada à economia globalizada.


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Justiça francesa ouve Paulo Maluf sobre depósitos suspeitos de 2003 que ele jura ser herança da mulher

Jorge Serrão

O deputado federal e ex-prefeito Paulo Maluf (PP), que tem imunidade no Brasil, será ouvido hoje pelo juiz francês Henri Pons, que, em 2003, mandou prender o político e sua mulher, Sylvia Maluf, para que explicassem a origem de US$ 1,8 milhão (R$ 3,7 milhões) depositados naquele país. Maluf e Sylvia são titulares de uma conta no Crédit Agricole, em Paris. O saldo foi bloqueado em 2003 pela Justiça francesa, que deseja saber a origem do dinheiro.

O filho do casal Flávio e a ex-mulher dele, Jacqueline, serão ouvidos amanhã no processo criminal movido pelos magistrados Pons e Jean-Marie d’Huy, do Tribunal de Grande Instância de Paris, por suposta lavagem de dinheiro. Flávio e a ex-mulher serão ouvidos porque uma empresa criada por eles, em Liechtenstein, a Fundação Blackbird, teria depositado na conta francesa de Maluf exatos US$ 1.455.321,50.

Processo idêntico contra Maluf tramita no Brasil. Foi iniciado, em 2003, pelo Ministério Público Federal, em São Paulo. Há mais de dois anos, desde que Maluf tomou posse como deputado, o caso está com o ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski. O deputado nega que tenha conta fora do Brasil. A conta bancária na França é de Sylvia, segundo ele, fruto de imóvel que ela recebeu por herança no Brasil. Alerta Total


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domingo, 19 de outubro de 2008

Humilhante - Marta pede desculpas a Kassab

A candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy (PT), pediu desculpas na noite deste domingo ao adversário Gilberto Kassab (DEM) e aos companheiros de partido pela propaganda onde questiona se o prefeito é casado e tem filhos.

"Eu não havia visto essa conotação [da propaganda]. Fez parte da minha campanha [o comercial], agora foi retirado do ar por meu pedido. Eu sinto que tenha molestado o candidato e outras pessoas do meu partido", afirmou Marta.

Kassab agradeceu a atuação dos "formadores de opinião" que condenaram a propaganda e disse estar "satisfeito" com o resultado da Justiça. " A imprensa condenou e até os companheiros do seu partido condenarem. Estou profundamente satisfeito com a avaliação da Justiça".

Comentário: Mais uma vez o peixe morre pela boca. Marta Suplicy pisa na bola e morde a língua ao trazer para o debate político questões de ordem pessoal. Que se ferre. É isso que ela merece. Relaxa e goza, Marta. O que é teu tá guardadinho no próximo dia 26.


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Dário Berger e Joares Silveira trocam idéias

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Você vai ouvir agora um diálogo, por telefone, entre o vereador Joares Silveira e o prefeito Dário Berger. Falam sobre a cidade. O diálogo é extremamente esclarecedor no sentido que mostra bem como são e como agem os nossos políticos, vereadores e prefeito. Como encaram os problemas de Florianópolis e como defendem os seus interesses e de "amigos" contra os interesses da cidade. As gravações foram feitas durante a Operação Moeda Verde. Espere 13 segundo para iniciar o show. Clique aqui e confira. Do CangaBlog

Comentário: É desta forma que essa gente trata os interesses da população. É por isso que querem se perpetuar no poder a todo custo. Não estão nem aí pra moral, ética e qualquer outro adjetivo que sugira um pouco de probidade ou transparência com a coisa pública.

É por essas e outras que devemos mudar a atual condução de nossa Prefeitura Municipal. Dário Berger não tem mais as mínimas condições de continuar comandando os destinos de nossa cidade.


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terça-feira, 14 de outubro de 2008

Cacau Menezes - Quem é esse cara?

 Blog do Cacau /RBS - Segunda-feira, 13 de outubro de 2008

"Falta dinheiro

Esperidião Amin está perdendo a sua terceira eleição consecutiva, agora até para Dário Berger, que, antes de Floripa, tinha no currículo apenas a prefeitura de São José. O que houve?, haverá de perguntar aquele leitor de fora. Afinal, Amin foi um mito, um político que se elegeu para tudo e elegeu muitos, inclusive a mulher e o filho.
Cacau, ainda atordoado com essas pesquisas em Florianópolis, onde o povo simplesmente vem ignorando seu principal político, foi procurar explicações.
Tudo teria começado com o rompimento de Amin com Jorge Bornhausen, que era o homem que sabia captar os recursos para as campanhas vitoriosas. Sem dinheiro para enfrentar a máquina pública, Amin, só com o nome, e já sem o pique de um jovem que chupava cana e assoviava ao mesmo tempo, não ganhou de mais ninguém.
É verdade, pra ganhar qualquer eleição é preciso muito dinheiro. O candidato, se bom ou ruim, é outro assunto. Infelizmente!"

"Pois é Cacau, agora também tenho blog e posso responder tuas sandices.

Lembro de tua entrada na política . Enquanto lutávamos contra a ditadura e o regime militar, eras candidato a vereador pela Arena.

Nunca te vi defender político na oposição. Sempre procurasse o conforto e abrigo junto aos poderosos de plantão (inclusive o Amin). Muita gente não sabe, mais tua coluna (muito lida por sinal) tem vícios de origem. Quanta nota chupada sem citar a fonte? (qualquer leitor do quarto ano forte sabe que muitas notas e comentários postados no teu blog e escritos no jornal não são de tua lavra). Caráter não se compra em padaria, nem em banca de jornal.

Agora fica bem bonito pra ti apoiar um candidato corrupto, com um monte de processo na justiça por improbidade administrativa. O Amin não perdeu a eleição ainda. O jogo está sendo jogado.

A frase do teu pai "Dormi prefeito, acordei palhaço" pode ter desde já uma nova versão, "Dormi colunista, acordei colunista palhaço". Se o Amin perder poderás, do conforto de tua casa em Jurerê Internacional, ver mais um capítulo da destruição da cidade em que nascemos.

Não vou te perguntar quanto custou esse apoio. Deves ter feito uma análise muito criteriosa sobre a política da capital.

Eu não tenho rabo preso meu caro e já me decidi - Amin 11. Aperta aí, amarelo!

Teu conterrâneo,

Amilton Alexandre/Mosquito

Tijoladas do Mosquito - Este blog ninguém cala, não tem?"

Post publicado no blog  Tijoladas do Mosquito, hoje, 14/10/2008.

Comentário meu: Não tiro uma vírgula do que o Mosquito publicou, até porque quem já conhece essa ave há algum tempo sabe muito bem dos mimos que ele recebe para publicar e falar aquilo que algums gostam de ler ou ouvir.

A juventude de hoje se ilude muito com as bobagens que esse alienado escreve e fala. Mas gosto não se discute, não é mesmo?


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sábado, 11 de outubro de 2008

Florianópolis - Dário Berger lidera pesquisas

O candidato à reeleição para a prefeitura de Florianópolis, Dário Berger(PMDB), lidera a pesquisa estimulada para o segundo turno, com 56%, enquanto Esperidião Amin (PP) tem 32%. Considerados somente os votos válidos, Dário tem 64% e Amin, 36%. Na pesquisa espontânea o peemedebista atinge 54% e o pepista, 31%.

O Ibope realizou 805 entrevistas entre os dias 9 e 10 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em Joinville, onde também haverá segundo turno, a pesquisa foi realizada pelo Instituto Mapa. Carlito Merss (PT) lidera a estimulada com 60,2% e Darci de Matos (DEM) tem 26,2%. Na intenção de votos da espontânea, Merss obtém 55,7% e Darci, 23,9%.
O Mapa perguntou aos 805 entrevistados em quem não votariam de jeito nenhum. O democrata alcança 35,3% e o petista, 16,1%. A pesquisa foi realizada entre os dias 9 e 10 de outubro e tem uma margem de erro de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos. DC Online

A opinião de César Valente

A pesquisa Ibope/RBS divulgada hoje coloca Dário Berger em grande vantagem, para o segundo turno (56%). Esperidião Amin, na pesquisa, cresceu muito menos do que seria necessário, para que se considerasse a disputa equilibrada (ficou com 32%).

Aí, dirão vocês: mas dá pra confiar em pesquisas? Bom, digamos que dá pra confiar desconfiando. É possível que tenha acontecido, como na pesquisa anterior à eleição do primeiro turno, um “arredondamento” pra cima no caso do candidato preferencial das novas elites e um “enxugamento” que mirrou as intenções no grande inimigo histórico. Mesmo assim, não é de duvidar que Amin não tenha ainda virado o jogo.

Ontem ouvi, de algumas pessoas, que a intenção delas, ao votar no Dário, era apenas derrotar – de vez – a família Amin (tinham algumas contas a acertar, sequelas de algum ou alguns dos governos passados). E o Dário? “Bom, desse a Justiça vai se encarregar”, disseram, confiantes que o clã Berger não terá vida tão longa quanto as oligarquias que o precederam. Achei um racioncínio tosco. Até porque é possível que os Berger, com duas prefeituras e a perspectiva de vôos cada vez mais altos, passem a ser mais cuidadosos e a deixar menos rabos. Mas recolhi minha viola, porque, concordando com essa história, estava um grupo relativamente grande e em política, como futebol, não tem muita gente disposta a argumentar racionalmente. De Olho na Capital


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Um abraço pessoal e até semana que vem

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E não se preocupem com a crise. É só uma “marolinha”.


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