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sexta-feira, 25 de março de 2011

Putaria: Sarney reabilita safado como advogado-Geral do Senado

Sarney e Cascais: Tá tudo errado nesse país. O povo não pode mais se calar diante dessas sacanagens!

Exonerado do cargo de advogado-geral do Senado em 2008, pelo então presidente da Casa, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), o servidor Alberto Cascais, voltará a ocupar o cargo por decisão do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A nomeação de Cascais será publicada no Boletim Administrativo de Pessoal (BAP) da próxima segunda-feira, 28.

Cascais foi demitido por Garibaldi, depois de ter levado a Mesa a assinar um parecer que criava inúmeras brechas para o Senado desobedecer a Súmula do Nepotismo, aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em agosto de 2009. Entre outras coisas, ele alegava que a súmula não tinha poder sobre as contratações feitas antes da decisão do Supremo. O então procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, entrou com uma reclamação no Supremo contra a instituição por desrespeito à súmula.

A gestão de Cascais na advocacia-geral foi marcada por decisões que favoreciam os parlamentares e servidores e não à instituição. Ele defendeu o então diretor-geral da Casa, Agaciel Maia, na Operação Mãos-Limpas, em que a Polícia Federal apontou uma série de irregularidades nos contratos de terceirização da Casa. Com a saída de Agaciel, as denúncias foram comprovadas. Foi ainda Alberto Cascais quem assinou pareceres para proibir o processo de decoro parlamentar contra o então presidente, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Já Sarney deve a ele a ação direta de inconstitucionalidade para impedir que o governo do Maranhão retomasse as instalações do histórico convento das Mercês, do século XVII, doado à família do senador. É ali que Sarney instalou seu memorial. Na ocasião, o advogado do Senado destacou o caráter “arbitrário” da lei destinada a desalojar a Fundação José Sarney do prédio tombado pelo Patrimônio Público.

Assessores do presidente do Senado tentaram convencê-lo a desistir do nome de Cascais, mas Sarney alegou que confia nele. Estadão Online


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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Comissão do Senado aprova PEC que cria piso salarial para policiais militares e bombeiros

Demóstenes, presidente da CCJ: A proposta pode não ser uma Brastemp, mas já é um bom começo

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece a criação de um piso nacional de salário para policiais e militares do Corpo de Bombeiros.

Se for aprovado pelo Congresso Nacional, o valor do piso será estabelecido por lei ordinária e deverá entrar em vigor num prazo máximo de um ano após a promulgação da PEC.

O texto também cria um fundo para que a União socorra estados e municípios que tenham dificuldades orçamentárias para viabilizar o pagamento do piso nacional aos policiais e bombeiros. A PEC agora será votada em dois turnos pelo plenário do Senado e, se aprovada, vai à apreciação da Câmara dos Deputados.

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL), autor da matéria, sugeriu ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que consulte os líderes para tentar viabilizar a quebra dos prazos de tramitação de uma proposta de emenda à Constituição para acelerar sua votação pela Casa. Noticias Terra


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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Opinião do Estadão: A resistência ao acórdão

Mercadante com cara de réu: Estaria o PT no Senado (apesar da Ideli) tentando se redimir de seus erros?

Desde que o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) foi à tribuna para desculpar-se por ter protagonizado - junto com o colega Renan Calheiros (PMDB-AL) - uma das cenas mais vergonhosas da história do Senado da República, estava dada a senha para o início da costura do "acordão" - ainda não completada e que, certamente, não será de fácil digestão para a opinião pública. É que a "paz" política que governo e oposição têm pretendido restabelecer na Câmara Alta tem um alto preço ético: a anistia recíproca de todas as indecências praticadas pelos ilustres representantes das unidades da Federação no Poder Legislativo nacional.

É claro que nesse processo de costura tem sido utilizada a velha receita das "informações" que acusados têm sobre seus acusadores e a ameaça de utilizá-las a qualquer momento - no que os senadores alagoanos Renan e Collor deram, recentemente, exibições de mestria. Por outro lado, reconheça-se a capacidade do presidente Lula - auxiliado pela facilidade do seu líder no Senado, Romero Jucá, para defender, sem rubor na face, o indefensável - de condimentar, no melhor estilo, a geleia político-partidária que tem dado sustentação a seu despudorado governo. No entanto, ainda há uma resistência ao "acordão" - e ela se chama Partido dos Trabalhadores (PT), por suas divergências internas quanto ao julgamento ou não do senador maranhense do Amapá e presidente da Casa, José Sarney, no Conselho de Ética, e, especialmente, pela posição assumida por seu líder, senador Aloizio Mercadante (SP) nessa questão.

Foto: Geraldo Magena – Agência Senado (editada)

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sábado, 1 de agosto de 2009

A zona do Senado: Renan comanda resistência à renúncia de Sarney

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Decidido a comandar a resistência à possível renúncia do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ao cargo, o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), resolveu esticar a corda e partir para cima da oposição. A estratégia é pôr a tropa de choque do PMDB para se revezar na tribuna do Senado, a partir desta segunda-feira, quando acaba o recesso parlamentar, denunciando ininterruptamente erros da oposição, em particular do líder do PSDB na Casa, Arthur Virgílio (AM). No início da semana, o PMDB promete entrar com até quatro representações contra o tucano no Conselho de Ética do Senado.

O senador Wellington Salgado (PMDB-MG) foi escolhido como porta-voz do clima de beligerância que tomará conta da Casa na volta do recesso. "Na atual conjuntura, não tem ninguém limpo no Senado. A ética que era praticada pelos senadores não é mais aceita pela sociedade. Isso tem de mudar. Agora, o que não pode é encontrarem apenas um boi de piranha para isso, um boi com bigode", afirmou Salgado, um dos integrantes da tropa de choque de Sarney e do líder do PMDB.

Renan adianta que vai se reunir com os líderes partidários para definir os próximos passos. "Licença ou renúncia não estão nas intenções do presidente Sarney. Isso interessa apenas a setores da oposição e a um pequeno segmento da mídia", disse o líder do PMDB. Agência Estado

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terça-feira, 28 de julho de 2009

A zona do Senado: Guerra diz que não teme retaliação de aliados de Sarney

Guerra sobre declarações de Renan: 'Ameaças não valem nada. Não ameaçamos ninguém e não aceitamos isso'

O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), afirmou nesta terça-feira que não teme retaliação dos aliados do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que promete apresentar representações no Conselho de Ética contra senadores que defendem a saída do peemedebista do cargo.

Segundo Guerra, ameaças não vão ajudar o Senado a sair da crise que atingem a imagem da instituição. O tucano confirmou que recebeu um telefonema nesta segunda-feira do líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), na tentativa de reverter a ideia dos tucanos de apresentar mais uma representação contra Sarney.

"Se o líder Renan promover ameaças ou retaliações ele estará equivocado. Ameaças não valem nada. Não ameaçamos ninguém e não aceitamos isso", disse Guerra.

O grupo de apoio ao presidente do Senado pretende dividir a responsabilidade pela crise com outros senadores e estudam apresentar representação contra o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF), Efraim Moraes (DEM-PB) e Tião Viana (PT-AC). Todos já estiveram envolvidos em denúncias de irregularidades nos últimos meses. Folha Online

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segunda-feira, 13 de julho de 2009

CPI da Petrobras - Cacalhada se reúne para tentar impedir trabalhos da Comissão

Ogro Ideli: Já tem pouco caco pra nos envergonhar por aqui. Aturar essa daí em Brasília é dose, negão!

Algumas lideranças governistas se reuniram na noite desta segunda-feira para avaliar qual é a melhor estratégia para impedir os trabalhos da CPI da Petrobras, que deve começar amanhã.

Os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR) e Ideli Salvati (PT-SC), estão reunidos na casa do petebista Gim Argelo (DF) decidindo o que fazer.

Segundo interlocutores, uma dessas alternativas seria que o atual presidente interino da CPI, Paulo Duque (PMDB-RJ), abra os trabalhos amanhã, receba os requerimentos, mas não coloque em votação a escolha do presidente da Comissão. Uma das justificativas pode ser o número insuficiente de parlamentares para a votação.

A intenção dos governistas é ganhar tempo para abrir o diálogo com a oposição para abortar a CPI. Eles pretendem levar para a mesa de negociações argumentos de empresários afirmando que a CPI pode mesmo prejudicar a estatal. Folha Online

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terça-feira, 30 de junho de 2009

A zona do Senado: Garibaldi pede que Sarney se afaste

Senador Garibaldi Alves: "Eu pelo menos pediria licença mesmo correndo o risco de não voltar ao cargo"

O ex-presidente do Senado Garibaldi Alves (PMDB-RN) disse nesta terça-feira que o afastamento do cargo seria a melhor reposta para o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), conter a crise que arranha a imagem da instituição.

Na avaliação de Garibaldi, o afastamento evitaria o desgaste político de Sarney e da instituição. "Eu, primeiro não queria estar nesta situação, mas se estivesse numa situação dessas, eu pelo menos pediria licença mesmo correndo o risco de não voltar ao cargo. Mas é claro que cada um decide a sua maneira", disse.

A bancada do PMDB discute hoje a posição do partido sobre a crise. A expectativa é que o partido saía em defesa da permanência de Sarney no comando do Senado.

A reunião do partido foi convocada pelo líder Renan Calheiros, principal aliado de Sarney. Segundo interlocutores, a ideia é montar uma estratégia para blindar o presidente da Casa diante da ofensiva de partidos e senadores cobrando sua licença temporária. Folha Online

Foto: Geraldo Magela – Agência Senado

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terça-feira, 2 de junho de 2009

Renan Calheiros: A pior praga do Brasil!

Renan Calheiros, senador do PMDB pelo Estado de Alagoas, é a pior e maior praga que existe na política brasileira


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