Mostrando postagens com marcador Desemprego. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Desemprego. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Florianópolis: Vereadores aprovam projeto que permite privatização da Zona Azul

Zona Azul privatizada: Decisão de gabinete coloca em risco emprego de dezenas de empregados

A Câmara de Vereadores de Florianópolis aprovou, na noite desta terça-feira, o projeto que pode privatizar a Zona Azul na cidade. Duas emendas foram rejeitadas pelos vereadores: a que garantia o emprego dos servidores e a que proibia o aumento da tarifa.

O projeto deve chegar às mãos do prefeito na manhã desta quarta-feira. Caso Dário Berger vete uma das quatro emendas, o projeto volta para a Câmara para ser votado de forma secreta.

Um clima de tensão e expectativa instalou-se no Plenário da Câmara, no Centro em Florianópolis, durante o processo de votação. Cerca de cem funcionários da Zona Azul acompanharam os debates e discursos dos vereadores no auditório, enquanto outros 50 permaneceram do lado de fora do prédio.

De mãos dadas, os funcionários da autarquia, muitos deles acompanhados de seus familiares e filhos, rezavam. Alguns deles não conseguiram segurar a emoção e choraram ao término da oração. ClicRBS

Leia mais aqui.


Share/Save/Bookmark

quinta-feira, 26 de março de 2009

Opinião do Estadão: Medida discriminatória

Carlos Lupi, Ministro do Trabalho: O cara mais bravateiro, mentiroso e politiqueiro do Governo Lula

Em dezembro de 2008, foi demitido 1,54 milhão de trabalhadores com carteira assinada, mas apenas 103,7 mil (6,7%), identificados pelo Ministério do Trabalho em 42 subsetores da atividade econômica de 16 Estados, farão jus à extensão, por dois meses, do seguro-desemprego. A medida está sendo considerada discriminatória, pois não há na legislação e na sistemática do auxílio-desemprego qualquer distinção, como a que foi feita pelo governo, entre um trabalhador demitido pela indústria automobilística, em São Bernardo do Campo, por exemplo, e outro demitido por uma loja de armarinhos de Cuiabá, em Mato Grosso.

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT, de onde sairão os recursos de R$ 126 milhões estimados para o benefício) aprovou a medida em 11 de fevereiro, deixando para o Ministério do Trabalho a identificação dos beneficiados, com base nas estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). A lista dos favorecidos, divulgada terça-feira, mostrou que os critérios foram adotados, ao que parece, sob encomenda para atender a setores e regiões politicamente escolhidos.

Leia mais aqui.


Share/Save/Bookmark

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Opinião do Estadão: Chorrilho de disparates

Eles se merecem: só um bocó como o Lula pra carregar esse mala do Carlos Lupi

Fiel ao seu conveniente princípio de conduta política - não entrar em bola dividida, como diria ele, com o seu gosto pelas metáforas futebolísticas -, o presidente Lula deixa o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, à vontade em campo para ameaçar o empresariado com represálias às demissões, além de produzir um chorrilho de disparates sobre a crise que já atingiu a economia nacional. Para punir empresas que demitem ele falou, na terça-feira, em corte de crédito dos bancos estatais. O que levou o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, a cobrar dele "a lista das empresas salvas" e a adverti-lo de que "não é hora de fazer demagogia".

Felizmente, na entrevista ao Estado de ontem, o tom mudou nessa questão das conversações entre empresários e empregados: "se as partes envolvidas acordam não cabe ao poder público intervir", disse ele. Mas o resto da entrevista foi um chorrilho de disparates. O pensamento vivo de Lupi se compõe de duas peças de puro desvario. Uma acusa empresários "espertos" de desempregar, "forçando a mão para pressionar (o governo), para ganhar uma margem de lucro maior".

A outra peça contém a previsão de que a crise do desemprego no Brasil "não dura mais que dois meses" - portanto, a onda de desemprego "está no fim". Em março recomeça a geração de empregos e o ano fechou com saldo positivo de 1,5 milhão de novos postos de trabalho. Indo mais longe do que Lula com a sua teoria da "marolinha", Lupi enriquece o festival de besteiras que assola o governo com a "filosofia de vida de carioca". Ela consistiria em saber que a onda que "parece que vai matar todo mundo acaba em espuma na beira da areia". (A onda que se ergueu no Oceano Índico em dezembro de 2004, o tsunami, matou 230 mil pessoas antes de virar espuma.)

Leia mais aqui.


Share/Save/Bookmark

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Opinião do Estadão: A ameaça das demissões

Se discurso oficial criar emprego, o Brasil passará pela crise global com pouquíssimas demissões. Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, a economia brasileira vai abrir 1,5 milhão de postos de trabalho com carteira assinada em 2009. Essa estimativa, apresentada há uma semana, foi acompanhada de uma profecia audaciosa: "Em janeiro a situação se estabiliza e em março volta o crescimento forte na área da empregabilidade, que mede o bom resultado de uma economia." Toda pessoa responsável torcerá pelo acerto dessa previsão, mas os dados, neste momento, não justificam muito entusiasmo. Um terço das indústrias pesquisadas no mês passado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) planeja demitir pessoal até fevereiro. Essa parcela, 32,5%, é praticamente igual à de janeiro de 1999, quando ocorreu uma das piores crises cambiais das últimas duas décadas.

No Brasil, os efeitos da crise internacional têm sido menos severos, até agora, do que noutras grandes economias, mas os sinais de enfraquecimento da atividade industrial são inequívocos. Houve acúmulo de estoques a partir de outubro, várias indústrias deram férias coletivas e parte dos produtos foi desencalhada graças a cortes de impostos e de preços. As exportações perderam impulso e o mercado interno não foi suficiente, até agora, para compensar o menor dinamismo do comércio exterior.

Leia mais aqui.


Share/Save/Bookmark

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

GM desligará 744 funcionários temporários em São José dos Campos

GM do Brasil em dia de festa, comemorando a marolinha do Lula

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos afirmou nesta segunda-feira, 12, que a General Motors (GM) informou à entidade que desligará 744 trabalhadores temporários da unidade da montadora na cidade. Segundo o sindicato, entre os demitidos estão 600 trabalhadores contratados no ano passado por meio de contratos por prazo determinado. "Alguns desses contratos venceriam somente em junho, mas a empresa dispensará os metalúrgicos imediatamente", informou.

A GM informou apenas que não está renovando os contratos de funcionários temporários, mas não confirmou o número citado pelo sindicato. A montadora deve divulgar comunicado oficial sobre o tema até o final do dia. Agência Estado


Share/Save/Bookmark