Se você ainda consegue se indignar, não deixe de assistir
Se o TSE fosse sério, mandava realizar novas eleições no Distrito Federal
Se o TSE fosse sério, mandava realizar novas eleições no Distrito Federal
O PT não é uma quadrilha. É uma máfia!
Lula é mentiroso: Um governo de mentira e corrupção, quer eleger uma mentirosa. O Brasil é uma mentira
Lina Maria, demitida no mês passado do cargo que exercia há 11 meses, depois de considerar irregular uma operação contábil da Petrobrás endossada pelo governo, disse à Folha de S.Paulo que, numa conversa rápida para a qual tinha sido chamada pela chefe do gabinete da ministra, Erenice Guerra, Dilma lhe perguntou "se podia agilizar a fiscalização do filho de Sarney". A secretária, que teria se limitado a responder que ignorava a auditoria e iria verificar, entendeu que Dilma lhe pedira para "encerrar" a devassa. A ministra nega não apenas ter feito a solicitação, mas que o próprio encontro tivesse ocorrido. O duplo desmentido parece tão crível como a sua alegação de que não tinha conhecimento da inclusão de um fictício doutorado em economia pela Unicamp no seu currículo oficial. Ou a sua versão, contra todas as evidências, de que a Casa Civil não vinha preparando um dossiê sobre os gastos com cartão corporativo da Presidência da República, no período Fernando Henrique, depois da divulgação do formidável crescimento dessas despesas no governo Lula.
Leia mais aqui.
Opinião do Estadão: Mais um escorregão de Dilma
Congresso: Num país sem lei os representantes do povo atuam como verdadeiras rapinas do dinheiro público
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) tem razão quando alega que ninguém aqui fora acreditará no resultado de qualquer investigação sobre os desmandos ocorridos no Senado se ela for conduzida por senadores - ou pior: por funcionários do Senado.
Por exemplo: pode passar de mil o número de atos secretos produzidos nos últimos anos. Eles serviram para tudo - nomear apadrinhados de senadores e de diretores, aumentar salários, criar cargos, contratar empresas, proteger servidores envolvidos em maracutaias, etc e tal.
É possível que os senadores desconhecessem tais atos?
A se dar crédito ao que disse o ex-diretor-geral Agaciel Maia, todos os atos secretos foram assinados pelos membros da direção do Senado e aprovados em votação no plenário. Se senadores aprovaram o que desconheciam nem por isso são menos responsáveis (ou irresponsáveis).
E o que dizer do pagamento de horas extras a milhares de servidores durante o recesso do Senado em janeiro último? Quantos senadores forçaram seus assessores a devolver o que não tinham direito? Blog do Noblat
Leia mais aqui.
Quem julgará o Senado?