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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Voo 447: França desmente Lula sobre indenizações

Lula dá um banho: Só um beócio como ele pra falar que o país (a França) iria indenizar as famílias do voo 447

O governo francês negou hoje que tenha assumido o compromisso de indenizar as famílias das vítimas do acidente com voo 447, da Air France. A informação foi dada hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após almoço em Genebra com o presidente francês, Nicolas Sarkozy. "Sarkozy me disse para ficar tranquilo porque a França assumirá a responsabilidade pela indenização das famílias brasileiras e francesas e de outros países", disse Lula. No entanto, a Presidência da República da França, por meio de sua assessoria de imprensa, negou a informação e afirmou que o pagamento seria de responsabilidade da companhia aérea, e não do governo francês.

A própria Air France confirmou à agência de notícias Associated Press, que seria o seguro da empresa, e não o governo, que se ocuparia das indenizações. O Ministério do Transporte da França também negou, por meio de sua assessoria de imprensa, que Paris fosse pagar pelas vítimas. A pasta confirmou que seria a empresa aérea a responsável. Agência Estado


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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Voo 447: Franceses criticam declarações de Jobim

Nelson Jobim mostrando no mapa onde ele perdeu o senso e resgatou a arrogância. Tem cada um!

As declarações do ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim, anteontem, descartando as hipóteses de uma explosão e de um incêndio no Airbus A330-200 foram vistas com ceticismo e críticas, ontem, na França, antes mesmo de a Marinha confirmar que os destroços recolhidos não eram do avião da Air France. Enquanto as autoridades dizem que nenhuma hipótese pode ser descartada, especialistas reiteraram que, mesmo em caso de explosão, o combustível transportado pela aeronave poderia não se pulverizar no oceano.

Em entrevista coletiva concedida na quarta-feira no Rio de Janeiro, Jobim afirmou que a concentração de óleo em uma mancha no Oceano Atlântico - que depois foi descartada como sendo do avião - indicaria que o Airbus teria colidido contra a água e não se partido em pleno voo. “A existência de mancha de óleo pode eventualmente excluir uma explosão”, avaliou Jobim.

Em Paris, a declaração repercutiu na imprensa porque, pela primeira vez, uma autoridade de um dos dois países envolvidos no caso descartou hipóteses relacionadas às causas do acidente com o voo AF 447. Procurada pela reportagem, a direção do Escritório de Investigações e Análises para a Segurança da Aviação Civil (BEA, na sigla em francês) se recusou a comentar a posição de Jobim. O órgão é o responsável pela investigação, já que o desastre aconteceu em águas internacionais e com avião matriculado na França. Agência Estado


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