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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Vergonha: Dassault diminui preço, e Lula escolhe caça francês

Contra parecer da Aeronáutica: Lula e Jobim decidem comprar aviões mais caros para agradar amigo francês

O presidente Lula e o ministro Nelson Jobim (Defesa) bateram o martelo a favor do caça Rafale após a francesa Dassault reduzir de US$ 8,2 bilhões (R$ 15,1 bilhões) para US$ 6,2 bilhões (R$ 11,4 bilhões) o preço do pacote de 36 aviões para a Força Aérea Brasileira, informa a colunista Eliane Cantanhêde em reportagem publicada na Folha desta quinta-feira (íntegra disponível somente para assinantes do jornal ou do UOL).

O Rafale ficou em último no relatório técnico da FAB, que trouxe em primeiro o caça sueco Gripen e em segundo o americano F-18, da Boeing.

Mesmo com a redução, os aviões franceses têm preço muito superior: a proposta sueca foi de US$ 4,5 bilhões, e a dos EUA de US$ 5,7 bilhões. Somando o custo estimado de manutenção em 30 anos, ao fim do período de vida útil o gasto com os caças será de R$ 18,8 bilhões.

O corte de US$ 2 bilhões na oferta francesa foi concluído no sábado, quando Jobim foi a Paris. A opção pela França, porém, foi definida há mais de um ano - o Planalto vê a decisão como política e o país como parceiro estratégico. Folha Online


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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Voo 447: França desmente Lula sobre indenizações

Lula dá um banho: Só um beócio como ele pra falar que o país (a França) iria indenizar as famílias do voo 447

O governo francês negou hoje que tenha assumido o compromisso de indenizar as famílias das vítimas do acidente com voo 447, da Air France. A informação foi dada hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após almoço em Genebra com o presidente francês, Nicolas Sarkozy. "Sarkozy me disse para ficar tranquilo porque a França assumirá a responsabilidade pela indenização das famílias brasileiras e francesas e de outros países", disse Lula. No entanto, a Presidência da República da França, por meio de sua assessoria de imprensa, negou a informação e afirmou que o pagamento seria de responsabilidade da companhia aérea, e não do governo francês.

A própria Air France confirmou à agência de notícias Associated Press, que seria o seguro da empresa, e não o governo, que se ocuparia das indenizações. O Ministério do Transporte da França também negou, por meio de sua assessoria de imprensa, que Paris fosse pagar pelas vítimas. A pasta confirmou que seria a empresa aérea a responsável. Agência Estado


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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Voo 447: Franceses criticam declarações de Jobim

Nelson Jobim mostrando no mapa onde ele perdeu o senso e resgatou a arrogância. Tem cada um!

As declarações do ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim, anteontem, descartando as hipóteses de uma explosão e de um incêndio no Airbus A330-200 foram vistas com ceticismo e críticas, ontem, na França, antes mesmo de a Marinha confirmar que os destroços recolhidos não eram do avião da Air France. Enquanto as autoridades dizem que nenhuma hipótese pode ser descartada, especialistas reiteraram que, mesmo em caso de explosão, o combustível transportado pela aeronave poderia não se pulverizar no oceano.

Em entrevista coletiva concedida na quarta-feira no Rio de Janeiro, Jobim afirmou que a concentração de óleo em uma mancha no Oceano Atlântico - que depois foi descartada como sendo do avião - indicaria que o Airbus teria colidido contra a água e não se partido em pleno voo. “A existência de mancha de óleo pode eventualmente excluir uma explosão”, avaliou Jobim.

Em Paris, a declaração repercutiu na imprensa porque, pela primeira vez, uma autoridade de um dos dois países envolvidos no caso descartou hipóteses relacionadas às causas do acidente com o voo AF 447. Procurada pela reportagem, a direção do Escritório de Investigações e Análises para a Segurança da Aviação Civil (BEA, na sigla em francês) se recusou a comentar a posição de Jobim. O órgão é o responsável pela investigação, já que o desastre aconteceu em águas internacionais e com avião matriculado na França. Agência Estado


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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Avião com 228 a bordo desaparece no trajeto Rio-Paris

Airbus_A330Imagem do Airbus A330-200, similar à aeronave da Air France que desapareceu dos radares

Um Airbus A330 da companhia Air France, que seguia do Rio de Janeiro para Paris, desapareceu do controle dos radares em frente ao litoral do Brasil, segundo afirmam autoridades brasileiras e francesas. A aeronave, que levava entre 228 e 231 pessoas a bordo, saiu do aeroporto internacional Tom Jobim às 19 horas de domingo e deveria chegar a Paris nesta segunda-feira às 6h10, hora de Brasília.

As primeiras informações são de que, durante a madrugada, a aeronave não foi detectada pelos radares da Ilha do Sal, que fica entre Brasil e Europa. Segundo informações do ministro dos Transportes da França, Jean-Louis Borloo, o avião está desaparecido há mais de 5 horas e as inquietações são as mais graves. "Infelizmente tememos o pior, a situação é alarmante". Por volta das 7h35 (hora de Brasília), um porta-voz da Air France afirmou que "não há nenhuma esperança de localizar o avião". Estadão Online

Atualização das 11h30m – Moradora de Nova Veneza pode estar no Airbus que desapareceu

Deise_ Possamai_nova_veneza_A_330_air_france Moradora da localidade de Rio Cedro Médio, em Nova Veneza, Deise Possamai, 34 anos, pode estar entre os passageiros do Airbus A330 da companhia Air France que havia partido do Rio de Janeiro com destino ao aeroporto Roissy-Charles De Gaulle (Paris, França) e desapareceu dos radares às 3 horas desta segunda-feira.

De acordo com Valdir Possamai, pai de Deise, a filha pegou o voo às 19 horas de ontem no Rio de Janeiro com destino a Itália. Ela é formada em Administração e Direito e programou fazer um curso até o fim do ano na Itália, onde já viajou por diversas vezes. Familiares e amigos estão na casa de seus pais, a espera de informações. Deise era funcionária do setor de Movimento Econômico da prefeitura de Criciúma e na última sexta-feira fez uma festa de despedida com os colegas após tirar uma licença. Portal Engeplus

Leia mais aqui e aqui.

A foto da moça é de Kiko Della Giustina


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quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Coisa de abobado: Mais de 1.100 carros são incendiados no Ano Novo na França

Tá certo que o Brasil não é um país sério, mas isso aí já é demais

O governo francês afirmou nesta quinta-feira, 1, que mais de 1.100 carros foram incendiados durante o Ano Novo no país, 30% a mais em comparação ao feriado de 2007. O presidente Nicolas Sarkozy pediu punição para os responsáveis pelos protestos, que já se tornaram uma tradição nos subúrbios franceses.

O Ministério do Interior afirmou que 1.147 carros foram queimados durante a madrugada, em comparação aos 878 do último feriado. Autoridades informaram ainda que a polícia deteve 288 pessoas durante a noite, número maior em relação aos 259 presos nas festas anteriores.

Sarkozy afirmou que os menores pegos incendiando veículos devem ser impedidos de tirar a licença de motorista até que paguem pelos danos provocados. "Não há razoes para que pessoas honestas paguem pelas consequências do comportamento de delinquentes", afirmou.

Os incêndios de carros são ocorrências regulares na França, onde 36.700 - número considerado recorde - foi registrado nos primeiros 11 meses de 2008. A tradição de queimar os carros começou com os protestos que atingiram os subúrbios do país em 2005. Reuters


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